A semana no mercado de criptomoedas foi movimentada no Brasil e no mundo, com o Bitcoin dando sequência à sua alta deste ano, agora mirando a próxima resistência em US$ 10.000. 

No mercado brasileiro, a semana também foi de alta do dólar, o que acabou impulsionando o Bitcoin de R$ 39.000 na segunda-feira para R$ 42.000 nesta sexta-feira.

Na expectativa para o halving do Bitcoin, expecialistas disseram ao Contelegraph que a 'alta do Bitcoin com o halving deve ocorrer, mas seu alcance é imprevisível'.

Em entrevista nesta quinta-feira, o gestor do fundo de criptomoedas brasileiro aprovado pela CVM, Alexandre Vahasarhelyi falou que os três sócios do fundo, que vieram do setor bancário, entraram no mercado das criptomoedas "por acreditar que criptoativos serão muito grandes".

Em outra notícia, um Diretor de investimentos da Transfero Swiss defendeu que 'todo adulto' tenha Bitcoin no portfólio de investimentos.

O diretor da exchange brasileira Mercado Bitcoin disse em entrevista exclusiva na terça-feira que a MB quer "mais tokens na plataforma até o fim de 2020". Na quinta, a exchange anunciou Reinaldo Rabelo como novo CEO. 

A XDEX também anunciou a contratação de Paulo Junqueira.

Um estudo publicado nesta semana revelou que brasileiros, mexicanos e argentinos são os mais propensos a comprar criptomoedas.

Blockchain no Brasil

Sobre a adoção de blockchain no Brasil, um sócio no Brasil de uma das maiores empresas de auditorias do mundo destacou em entrevista a importância da tecnologia blockchain.

Outro advogado disse que a blockchain pode ser usada para empresas e trabalhadores nas relações trabalhistas.

A tecnologia blockchain de uma empresa brasileira também poderá evitar um apagão de energia no Chile.

A OriginalMy também sugeriu o uso de blockchain para gerenciamento de contratos de aluguel no Brasil, enquanto a companhia aérea Latam poderá estrear o uso de blockchain no país em breve.

Também nesta semana um aplicativo de licitações dos governos da Bahia e do Rio Grande do Norte recebeu um prêmio internacional.

Polêmica no GBB, investigação da BWA e falência da Credminer

No último domingo, o presidente da Credminer declarou ao Cointelegraph Brasil que "o modelo de negócio da Credminer literalmente faliu". No mesmo dia, foi publicada a notícia de que o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho está sendo processado por suposto um golpe da 18K Ronaldinho.

O Grupo Bitcoin Banco viu-se envolvido em uma polêmica na segunda-feira, quando a Justiça do Paraná suspendeu seu processo de recuperação judicial dizendo que o processo estaria "viciado". O presidente do GBB, porém, negou a suspensão e disse que "nada parou". O ainda GBB chegou a relançar a TEMBTC nesta sexta-feira.

Quem também esteve no noticiário foi a BWA, que foi alvo de uma liminar para bloquear seus bens na segunda-feira (03) e depois virou alvo de investigação da Polícia Civil de Santos por estelionato, lavagem de dinheiro e crime contra a economia popular.

Um juiz em outro processo, contra a Unick Forex, declarou nos autos que "quanto a oferta é demais até o santo desconfia e que o cliente da Unick deveria ter vergonha".

Além disso, no início da semana funcionários da GenBit deram relatos de que a empresa teria demitido todos os funcionários e seus responsáveis teriam "sumido". Nesta quinta-feira, um juiz disse que a estrutura da Genbit é "característica das pirâmides financeiras".

Finalmente, a Atlas Quantum prometeu o lançamento do Projeto Fênix, que posteriormente foi atrasado. A nova plataforma foi divulgada apenas na quarta-feira, 5 de fevereiro, mostrando os Bitcoins dos clientes bloqueados.