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Walter Barros
Escrito por Walter Barros,Redator
Lucas Caram
Revisado por Lucas Caram,Editor da Equipe

Cauã Reymond processa Atlas Quantum após recorrer ao STF para ‘se livrar’ da CPI das Criptomoedas

Ator, que era garoto-propaganda da empresa investigada, chegou a ser convocado pela Comissão e precisou de HC para evitar comparecimento.

Cauã Reymond processa Atlas Quantum após recorrer ao STF para ‘se livrar’ da CPI das Criptomoedas
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O ator Cauã Reymond ingressou recentemente com uma ação judicial contra a Atlas Quantum, uma das empresas que foram investigadas pela CPI das Pirâmides Financeiras, a CPI das Criptomoedas.

Segundo publicação do portal Metrópoles, o artista, que atuou como garoto-propaganda da Atlas, pediu à Justiça que a empresa seja impedida de utilizar material publicitário com a imagem dele, além do pagamento de uma indenização de R$ 50 mil por danos morais.

Cauã Reymond, que participou de campanhas publicitárias da Atlas Quantum, quando a empresa acusada de ter causado um prejuízo estimado em R$ 7 bilhões a cerca de 200 mil clientes através da oferta de arbitragem em negociação de criptomoedas, alegou que, quando assinou contrato para fazer a campanha “Bitcoins” ao lado da atriz, apresentadora e humorista Tatá Werneck, a Atlas tinha boa reputação e que ele seguiu os prazos e condições contratuais fixados.

A defesa do ator alegou que o próprio contrato previa que os contratados poderiam agir legalmente, caso fosse provada inidoneidade da campanha ou se o produto se mostrasse questionável. Nesse caso, a representação do ator alegou que os artistas não tinham responsabilidade sobre o conteúdo da campanha.

Em agosto, advogados de Tatá Werneck rebateram um pedido apresentado na CPI das Criptomoedas de quebra de sigilo bancários dos artistas, que incluía o apresentador Marcelo Tas, outro que atuou em campanha publicitária da Atlas. Na ocasião, os advogados de Tatá argumentaram que a empresa atuava no mercado sob a chancela de instituições do governo, como o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Cauã, Marcelo e Tatá acabaram precisando recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) com pedidos de habeas corpus para desobrigá-los a comparecer à CPI das Criptomoedas, conforme noticiou o Cointelegrah Brasil. 

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