O mercado de criptomoedas movimenta US$ 3,38 trilhões (+1%) na manhã desta segunda-feira (25), quando o Bitcoin (BTC) orbitava US$ 98,3 mil (+0,4%) com 57,7% de dominância de mercado, sentimento dos investidores em ganância extrema (87%) e diversas altcoins em alta de até dois dígitos percentuais.

Com o volume de negociações a US$ 204 bilhões (+3,8%), os touros davam sinais de que podem permanecer no controle. Pelo menos era o que apontava o monitoramento da plataforma Coinglass com a liquidação majoritária de posições vendidas (shorts) em percentuais enter 80% e 90% nas exchanges.

No mercado acionário, algumas grandes empresas de tecnologia ajudaram a impulsionar o S&P 500 e o Nasdaq no encerramento da última sexta-feira (22), a respectivos 5.969,34 (+0,35%) e 19.003,65 pontos (+0,16), em manutenção da correlação do S&P 500 com o desempenho do Bitcoin.

O apetite ao risco também era percebido pelo recuo de 10% no CBOE Volatility Index, o índice do medo, usado para antecipar em 30 dias a projeção de volatilidade do mercado no mercado de ações. Já os fundos negociados em bolsa (ETFs) estadunidenses baseados em negociação à vista (spot) de Bitcoin avançaram com entradas líquidas de US$ 490,35 milhões na última sexta-feira, quando os ETFs spot de Ethereum (ETH) receberam US$ 91,21 milhões em aportes líquidos, segundo dados da plataforma SoSoValue. 

Na seara das principais altcoins em capitalização de mercado, o EOS era trocado por US$ 0,84 (-6,4%), o LEO se retraía a US$ 8,21 (-5,3%), o XLM recuava a US4 0,54 (-4,8%), o CORE retornava a US$ 1,10 (-3%), o ICEP avançava a US$ 12,43 (+7,3%), o MOG era trocado por US$ 0,0000026 (+7,1%), o LINK se convertia em US$ 18,62 (+7%), o STX era comprado por US$ 2,25 (+6,5%), o FTM estava precificado em US$ 0,97 (+6%), o UNI representava US$ 11,70 (+5,6%) e o ENA orbitava US$ 0,66 (+5,3%).

Quanto às altas de dois dígitos percentuais, o SAND era negociado por US$ 0,77 (+22,8%), o SEI era negociado por US$ 0,64 (+13,5%), o PNUT valia US$ 1,28 (+11,8%), o ELF se convertia em US$ 0,68 (+51,8%), o GLM estava quantificado em US$ 0,48 (+21,4%), o DYM representava US$ 2,31 (+15,5%), o CHILLGUY atingia US$ 0,43 (+57,1%), o SOLO era negociado por US$ 0,80 (+42,4%) e o TAI se comparava a US$ ,28 (+28,5%).

Chamava a atenção a memecoin Luckycoin (LKY), negociada por US$ 14,63 (+65,8%) com ascensão acumulada de 418% em uma semana e 3.700% desde o lançamento do token, no final de outubro.

Gráfico de sete dias do par LKY/USD. Fonte: CoinMarketCap

Rankeado na 316% com US$ 176,45 milhões em market cap no momento desta edição, o Luckycoin (LKY) parecia despertar entusiasmo na comunidade, já que a memecoin se apresenta como produto da reativação da blockchain de um token minerável lançado originalmente em 2013 por um desenvolvedor anônimo chamado LuckyC.

Reiniciado a partir do bloco 81.743, o Luckycoin é considerado por muitos a primeira memecoin da história e seu código teria sido usado para um fork do Dogecoin (DOGE), que é a maior memecoin em capitalização de mercado.

Entre as novas listagens em exchanges de criptomoedas estavam SWELL na OKX Futuros, DLD, CHEEMS e PUFFER na LBank, FRED e HAPPY na Kucoin, PUFFER e BICO na Bithumb, UGLYDOG na Poloniex, UGYDOG e CNW na AscendEX e MGT na Bitget.

Na semana anterior, uma criptomoeda de ações tokenizadas sobiu 390% em 7 dias enquanto o Bitcoin se aproximava de US$ 100 mil, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.