Sem luz, internet e e-mail, por falta de pagamento, Grupo Bitcoin Banco demite mais funcionários

Em mais um episódio da crise que vive o Grupo Bitcoin Banco, que já chegou a afirmar ter a maior corretora de Bitcoin do mundo, agora as empresas do GBB estão sem energia, internet e e-mail por conta da falta de pagamento, segundo informações do jornal Plural.

Agora, as empresas de Cláudio Oliveira, que já foi chamado de "Rei do Bitcoin", estão sem os serviços essenciais, fornecidos pela Copel (energia), Comparex (e-mail,office e onedrive) e Horizons, (internet), que foram suspensos devido a falta de pagamento.

A informação foi confirmada pelo GBB que declarou que já encaminhou um pedido para que os serviços sejam restabelecidos e informou também que demitiu mais funcionários da empresa para poder conduzir o processo de Recuperação Judicial. Foram demitidas as equipes de financeiro, marketing, processos, compliance, TI e atendimento.

“O Grupo Bitcoin Banco informa que está realizando um processo de downsizing, englobando a reestruturação organizacional das empresas, revisão de processos operacionais e redução de seu quadro de colaboradores. Este tipo de medida está alinhada ao planejamento estratégico do negócio, e se torna necessária em empresas incluídas em processos de recuperação judicial, pois contribui com a redução de custos e efetividade do plano de recuperação em produção desde o deferimento do processamento em 27 de novembro”, diz o comunicado.

Porém o Bitcoin Banco não vai pagar as empresas que prestam serviços essenciais, afina, por conta da recuperação judicial, as empresas do grupo obtiveram a suspensão das ações de cobrança. Essa medida, prevista na Lei de Falências, visa manter a atividade fim da empresa em recuperação para garantir as receitas que poderão vir a quitar dívidas e restabelecer o negócio.

Como noticiou o Cointelegraph, a Justiça do Estado de São Paulo determinou a primeira suspensão de um processo aberto por clientes contra o Grupo Bitcoin Banco tendo em vista a Recuperação Judicial aprovada recentemente e que atinge todas as empresas ligadas ao GBB.

Agora todos os processos abertos contra o GBB serão pausados e os credores devem procurar o EXM – Exame Auditores Independentes, na pessoa de Eduardo Scarpellini, para se habilitarem como credores e buscaram receber seus valores em até 2 anos.

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