A Polícia Militar do Rio Grande do Norte negou ao Cointelegraph Brasil que tenha feito uma operação na sede da A2 Trader, em Natal (RN), como informava um vídeo que circulou nas redes sociais e que dizia inclusive que os responsáveis pela empresa, suspeita de crimes como pirâmide financeira, estariam presos.

Segundo a polícia, eles atenderam um chamado depois da invasão da sede da A2 Trader e depredação da sede. Por meio de sua assessoria, a PM-RN descreveu o chamado recebido:

"O COPOM foi informado da ocorrência de depredação e enviou viaturas para o local, onde após a chegada da polícia militar, os prováveis invasores foram orientados a procurar os meios legais. Ressaltamos que após a chegada do efetivo policial, não foi presenciado atos de vandalismo nem de saques indevidos de equipamentos."

Os supostos investidores estariam furiosos depois que Kleyton Alves, dono da A2 Trader, anunciou o fechamento da empresa, dizendo que a medida seria providencial para evitar o bloqueio das contas da da empresa.

Ele prometia ainda devolver o investimento de quem "ainda não havia lucrado" com a empresa. Aos demais, ele disse que não haveria o que devolver.

Entre outros desdobramentos, as queixas contra a A2 Trader no Reclame Aqui explodiram desde a última segunda-feira. E, na esteira das reações violentas ao fechamento da empresa, um ex-líder da A2 Trader teria sido assassinado no Paraná.

A A2 Trader entrou na mira da Comissão de Valores Imobiliários do Brasil que abriu investigação para apurar a oferta de 4% por dia sobre investimentos.

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