Com a colaboração da polícia internacional, uma pessoa de 36 anos - suspeita do roubo de mais de US$ 11 milhões no IOTA, fraude e lavagem de dinheiro - foi detida nesta última quarta-feira, 24 de janeiro. No mesmo dia, o serviço de polícia europeu, Europol, tornou públicas as informações sobre a investigação.
O suspeito foi detido após um mandado de busca realizado em Oxford, no Reino Unido em uma ação conjunta da Unidade Regional do Crime Organizado do Sudeste do Reino Unido, da Polícia do Estado alemão de Hessen, da Agência Nacional de Crimes do Reino Unido e da Europol.
A operação que levou à prisão do homem - e a apreensão de vários de seus dispositivos eletrônicos - teria sido lançada após o roubo de mais de US$ 11 milhões em IOTA de mais de 85 vítimas desde janeiro de 2018. A investigação começou no início do ano passado, segundo a Europol, quando a polícia de Hessen recebeu relatórios de fundos roubados de carteiras de criptomoedas.
O homem preso teria usado um gerador de seeds malicioso na rede IOTA. Hospedado no domínio iotaseed.io, os seeds gerados permitiam o acesso às chaves privadas dos usuários. Em julho do ano passado, promotores alemães identificaram um homem que vivia no Reino Unido como possível responsável pela fraude.
Como o Cointelegraph informou recentemente, um usuário da exchange de criptomoedas chinesa ZB.com disse que a exchange o denunciou à polícia local depois dele ter ganhado cerca de US$ 30 mil em dois dias.
Além disso, no início deste mês, surgiram notícias de que a polícia indiana prendeu uma pessoa associada a um grupo acusado de fraudes com criptomoedas envolvendo 5 bilhões de rúpias (cerca de US$ 70,4 milhões).