Grátis: ONG Laboratória abre inscrições para curso gratuito de programação para mulheres

Se você é mulher e uma de suas metas para 2020 era trabalhar com programação para desenvolver aplicações e contratos inteligentes com blockchain o primeiro passo pode ser se inscrever em um curso gratuito da Laboratória em São Paulo.

A ONG peruana, com atuação no Brasil, Laboratória, anunciou que está com inscrições abertas, até 26 de janeiro de 2020, para seu bootcamp de programação exclusivo para mulheres. O curso é totalmente gratuito e tem duração de seis meses. As interessadas em participar da quarta edição do curso não precisam ter experiência em tecnologia, mas devem:

. Apresentar-se e identificar-se como mulher
. Ter 18 anos ou completar 18 anos ao final do bootcamp, em 2020
. Ter cursado o Ensino Médio em escola pública ou privada com bolsa integral por critério de renda
. Poder estar presente na região central de São Paulo de segunda a sexta (das 13h às 18h) durante os seis meses do curso
. Não estar cursando universidade durante o curso, já que a formação requer dedicação integral

Segundo a ONG mais de 1.300 programadoras foram formadas pela instituição entre Peru, Chile, México e Brasil, sendo que 94% delas já saem do curso empregadas.

“Selecionamos em torno de 60 mulheres por turma e elas saem do curso prontas para o mercado de trabalho, sem necessidade de fazer uma graduação depois. Temos alunas com apenas o Ensino Médio e outras que já se formaram em outras áreas e querem mudar de carreira. Muitas delas nunca viram códigos e saem daqui empregadas”, conta a gerente da Laboratória no Brasil, Juliana Facciola.

O curso foca em front-end, com aulas sobre JavaScript, HTML, CSS e UX, entre outras especializações. Como o curso é gratuito, após estarem empregadas, as ex-alunas doam uma contribuição de 12% do salário por até dois anos para que outras mulheres possam ter a mesma oportunidade.  As inscrições podem ser feitas no link.

Como noticiou o Cointelegraph, um relatório publicado em 4 de dezembro pela Grayscale, indica que 43% dos investidores interessados ​​em Bitcoin são mulheres.

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