Nesta quarta, 10, o preço do Bitcoin (BTC) voltou para a faixa de US$ 68 mil testando novamente seu maior patamar histórico e aumetando a espectativa dos investidores de criptomoeda quanto a uma subida para US$ 100 mil.
Desta forma, se o mês de outubro foi considerado um dos melhores meses da história para o BTC o mês de novembro vem sendo chamado de Moonvember, pois pode ser ainda melhor que outubro e levar todo o mercado de criptomoeda para marcas acima de US$ 4 trilhões.
Nesta linha o CEO da Brasil Bitcoin, Marco Castellari, aponta todas as cartas estão na mesa para o BTC depois do que ocorreu em outubro.
"O mês de outubro foi um dos melhores para o mercado de criptomoeda. Bitcoin atingiu o topo histórico mesmo com banimento nas negociações por parte da China, mostrando o quão ele está globalizado/robusto e também tivemos a aprovação do primeiro ETF do Bitcoin, algo inimaginável há alguns anos. Houveram grandes destaques em criptomoedas como Solana, que está ameaçando o reinado do Ethereum na área de smart contracts e as moedas 'meme' como Dogecoin e Shiba Inu, que voltaram ao hype após tweets de Elon Musk e outras celebridades."
Já de acordo com analistas da Transfero, empresa emissora da stablecoin em reais BRZ, o bitcoin parece ter perdido um pouco de força nos últimos dias e se encontra “andando de lado”, na faixa entre US$ 57,2 mil e US$ 64 mil. Essa lateralização pode abrir espaço, neste mês, para o crescimento das altcoins.
Os analistas da empresa foram certeiros no final de setembro ao prever que o Bitcoin estava pronto para uma alta de 40% em outubro o que de fato ocorreu com a principal criptomoeda do mercado registrando recordes históricos.
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“O ‘moonvember’ pode ter começado com a valorização das altcoins”, avalia a equipe de analistas da Transfero.
Moonvember pode ter alta nas altcoins
A empresa aponta também que o marketcap total das cryptos (excluindo o bitcoin) alcançou a sua maior marca histórica. Segundo a Transfero, boa parte desse marco se deve à valorização das moedas como Ethereum (ETH), Binance Coin (BNB) e Solana (SOL) e outras que alcançaram o preço recorde (ATH, sigla para All Time High).
Corroborando esse crescimento das alts, a dominância do bitcoin vem diminuindo e já se encontra na faixa dos 42%, conforme destacado na análise da semana passada.
“Essa queda pode ser indícios de que estamos entrando na Temporada das altcoins, a famosa ‘Alt Season’”, diz a Transfero apontando algumas das principais moedas que alcançaram o ATH nesta semana.
Fonte: CryptoDiffer
Na mesma linha Martha Reyes, chefe de pesquisa da BEQUANT, aponta que o Ethereum (ETH) pode liderar esta corrida das altcoins para novos topos histórico.
“Sinais positivos, como saídas líquidas de exchanges, continuam intactas, embora esta recuperação não tenha visto um grande salto nas taxas de financiamento ou juros em aberto. A adoção institucional adicional, como as notícias do Commonwealth Bank da Austrália, provavelmente aumentaram o interesse na Ásia. Isso mostra que os traders de Ethereum voltaram com toda força", aponta.
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