Holder cripto e congressista, Tulsi Gabbard lança formalmente sua campanha para a presidência dos EUA

A holder de cripto Tulsi Gabbard, deputada dos Estados Unidos pelo segundo distrito congressional do Havaí, lançou formalmente sua campanha para as próximas eleições presidenciais dos EUA em 2020. O desdobramento foi reportado pela plataforma de mídia tecnológica TrustNodes em 4 de fevereiro.

Gabbard - uma democrata que renunciou ao cargo de vice-presidente do Comitê Nacional Democrata (DNC) para apoiar o senador Bernie Sanders para a indicação presidencial do partido em 2016 - havia confirmado sua intenção de entrar na corrida presidencial de 2020 em uma entrevista CNN no início de janeiro.

Com a campanha de Gabbard oficialmente lançada em 2 de fevereiro, os comentaristas do espaço cripto foram rápidos em observar que a candidata declarou vários investimentos em criptomoedas, juntamente com índices de ações.

Declarações do Congresso apresentadas no ano passado revelam que Gabbard comprou as altcoins Ethereum (ETH) e Litecoin (LTC) - com investimentos entre 1.001 e 15.000 dólares - no auge da corrida de touros das criptos em dezembro de 2017.

Até agora, Gabbard já arrecadou 2 milhões de dólares para sua campanha - significativamente menos que sua rival democrata Elizabeth Warren, que já teria arrecadado cerca de US$ 11 milhões.

Warren, uma notória cética e crítica da oferta inicial de moedas (ICO), advertiu sobre a necessidade de proteger os investidores de varejo no espaço volátil e parcamente regulado.

Outro candidato à presidência - o ex-CEO e presidente do Starbucks, Howard Schultz - está concorrendo como independente. Schultz, apesar de desconsiderar o Bitcoin (BTC), sugeriu, no entanto, que o Starbucks “está em uma posição única para tirar proveito” de um futuro das moedas digitais baseadas em blockchain focadas no consumidor.

Enquanto isso, o programador e famoso entusiasta de cripto John McAfee está tocando sua própria candidatura para a presidência com o objetivo explícito de promover criptomoedas sem permissão como parte de uma agenda libertária. Depois de uma suposta acusação das autoridades fiscais dos EUA, McAfee prometeu tocar sua campanha "no exílio" de um barco estacionado em águas internacionais.