A criptomoeda brasileira MCO2, emitida pela MOSS e lastreada em créditos de carbono, anunciou sua listagem na Coinbase Pro, tornando-se assim o primeiro criptoativo nacional a ser listado na principal exchange de criptomoedas dos EUA.
O anuncio da listagem também foi feito pela exchange americana, que destacou ainda o início das negociações das criptomoedas COVAL, IDEX, Polkastarter (POLS), ShapeShift FOX Token (FOX), Spell Token (SPELL) e SuperFarm (SUPER).
"Estamos verdadeiramente orgulhosos do fato de sermos a primeira empresa da america latina a listar na Coinbase, maior bolsa cripto do mundo. E orgulhosos de saber que essa listagem valorizara ainda mais os ativos de conservacao da amazonia, ajudando a preservar nosso planeta", destacou Luis Felipe Adaime, CEO e fundador da Moss.
A Coinbase destacou que o MCO2 será negociado na empresa nos pares MCO2 -USD, MCO2 -USDT e destacou que a queima de um token MCO2 na plataforma Moss Carbon Credit é equivalente a compensar uma tonelada de pegada de CO2, que é possível com a compra e proteção de terras na floresta amazônica.
Depois do anuncio da exchange a criptomoeda brasileira subir mias de 85% cheando a US$ 17, segundo dados do Coinmarketcap.
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Transfers for COVAL, IDEX, MCO2, POLS, FOX, SPELL & SUPER are available in the regions where trading is supported. Traders cannot place orders & no orders will be filled. Trading will begin on or after 9AM PT on Tues 12/7, if liquidity conditions are met. https://t.co/rKdw59RRzs pic.twitter.com/O1wUYD2cOh
— Coinbase Pro (@CoinbasePro) December 6, 2021
Além da Coinbase o MCO2 também está listado em duas outras exchanges americanas a Passfolio e a Gemini.
MOSS
A MOSS, responsável pelo token MCO2, que já soma mais de 200 clientes e parceiros, como GOL Linhas Aéreas, C6 Bank, iFood, AMARO, PagSeguro PagBank, Cia. Hering, entre outros.
Os créditos de carbono tokenizados pela Moss fazem parte do mecanismo REDD e REDD+ (Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação florestal somado à conservação do território), e a integridade sobre o processo de compensação das emissões geradas pelos processos produtivos.
Por meio da comercialização do MCO2 a MOSS já destinou mais de R$ 100 milhões em recursos para a Floresta Amazõnica.
“Acreditamos que o nosso DNA em blockchain e de tecnologia nos dá uma vantagem competitiva global para que nos tornemos a empresa líder em serviços ambientais em um setor que sempre foi analógico e manual”, revelou Adaime.
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