Jovem é presa em Goias por aplicar golpes prometendo retorno com Bitcoin

A mulher de 24 anos, Sttefanny Cristina Lopes, foi presa em Goias, na região Sul do estado, em Caldas Novas, por aplicar golpes envolvendo a principal criptomoeda do mercado, o Bitcoin, segundo informações do portal G1, publicada em 10 de outubro.

Segundo a publicação, Lopes, se oferecia para gerenciar as transações prometendo alto rendimento em um curto espaço de tempo, mas acabava embolsando os valores repassados pelas vítimas. Ela será indiciada por estionato.

"Ela pedia para depositarem o dinheiro, simulava uma aplicação e ficava com ele. Quando as vítimas pediam para sacar, ela sempre arrumava uma desculpa, dizia que tinha sido bloqueado e que não era possível reaver os valores", explicou o delegado Rogério Moreira, responsável pelo caso.

Ainda segundo o delegado, ao menos cinco vítimas já foram identificadas. A jovem pode ter causado um prejuízo de, pelo menos, R$ 115 mil. O delegado explicou ainda que não é possível saber, de fato, se Sttefanny gerenciava investimentos com biticoins ou se usava a história somente para praticar o golpe. Ele espera a transferência dela para Caldas Novas para colher seu depoimento.

A polícia apurou que algumas pessoas investiram não só dinheiro mas também bens com a falsa promessa de alto rendimento. Inclusive, indicavam os serviços da suspeita para amigos e parentes, aumentando ainda mais a clientela dela.

Como noticiou o Cointelegraph, a Justiça de São Paulo (SP) decretou a prisão de nove envolvidos no sequestro do empresário de Bitcoin extorquido por policiais, entre eles 8 policiais entre civis e militares e o suposto mandante do crime, o empresário Guilherme Aere dos Santos.

Os 9 envolvidos já estariam presos desde a semana passada e haviam pedido liberdade provisória. Na matéria da TV Globo, o advogado do empresário acusado de ser mandante do crime, Carlos Sanseverino, diz achar "estranho" a denúncia ter sido feita depois de tanto tempo (o crime ocorreu em julho) e pede para que seja feita perícia nos celulares dos presos para verificar o grau de relacionamento entre eles.