Resumo da notícia:
Transfero passa a integrar a t-0 Network, “SWIFT” da Tether.
Solução de pagamentos em blockchain conecta instituições financeiras de mais de 60 países.
Usuários da transfero poderão usar USDT.
A Transfero anunciou nesta sexta-feira (6) que passou a integrar a t-0 Network, rede de liquidações transfronteiriças em blockchain da Tether, emissora do USDT, maior stablecoin em capitalização de mercado atrelada no dólar americano.
Segundo a empresa de soluções financeiras em blockchain, a iniciativa reforça a atuação da companhia em operações financeiras transnacionais instantâneas, ampliando a exposição de usuários da Transfero a vários mercados internacionais, já que as operações financeiras poderão ser feitas em USDT.
Fazer parte da T-0 Network está em linha com o que a Transfero sempre defendeu, que é a realização de operações financeiras instantâneas entre países a um custo baixo e com total transparência. É um orgulho para a Transfero possibilitar que nossos parceiros façam parte desse ecossistema, afirmou o CEO da Transfero, Claudio Just.
A empresa salientou a parceria com a Tether destacando que a t-0 Network é uma solução de pagamentos que conecta instituições financeiras de mais de 60 países, permitindo assim a realização de transações transfronteiriças com liquidação praticamente instantânea, programável e a taxas baixas. Isso porque a empresa conecta bancos e fintechs licenciadas através de uma única API, liquidando apenas o saldo líquido na moeda de cada parceiro, tornando as transações internacionais confiáveis e seguras, segundo a Transfero.
Emissora do BRZ, stablecoin lastreada em moeda fiduciária e atrelada ao real brasileiro na América Latina, a Transfero também oferece um portfólio completo de ativos digitais, que inclui emissão, conversão cambial (FX), custódia, compliance e soluções de entrada e saída (on e off-ramp).
A parceria da Transfero com a Tether acontece na esteira do início da vigência de um pacote de regras do Banco Central (BC) voltadas à prestação de serviços de criptomoedas no Brasil. O pacote de diretrizes, divulgadas entre novembro e janeiro pelo BC, promete ser uma virada de chave para o mercado cripto nacional.
Conforme noticiou o Cointelegraph Brasil, entre as novas regras, a Instrução Normativa (IN) 704, editada no final de janeiro, que estabelece o dia 30 de outubro como limite para enquadramento de empresas ou sociedades relacionadas a serviços como negociação de criptomoedas, câmbio e corretoras de títulos e valores mobiliários.

