A plataforma de investimentos QINV disponibilizou esta semana o acesso público ao aplicativo da empresa que funciona como uma gestora de portfólios de criptomoedas utilizando modelos preditivos de Inteligência Artificial (IA) e aprendizado de máquina (Machine Learning). 

Lançado em setembro do ano passado, o App da QINV só estava disponível a usuários da Coinext, como uma opção de investimento. Agora, além dos investidores da exchange de criptomoedas brasileira, o aplicativo pode ser baixado e instalado diretamente por usuários através de investimentos diretos a partir de R$ 200 por transferências via Pix, de mesma titularidade. 

Nesse segundo caso, as negociações automatizadas foram viabilizadas através de outra parceria da QINV, com Foxbit, sem a necessidade de os usuários da QINV serem usuários da exchange de criptomoedas brasileira ou outras plataformas.

Segundo a QINV, “o aplicativo, atualmente em fase beta, representa um avanço significativo na gestão de ativos digitais ao oferecer uma solução abrangente e intuitiva para entusiastas de criptomoedas.”

“A principal vantagem da tecnologia da QINV é trazer simplicidade, transparência e automatização para o processo de investimento. O setor ainda é muito complexo e a cada dia acontecem movimentações relevantes. Com o uso da Inteligência Artificial e do Machine Learning, é possível selecionar portfólios mais seguros e lucrativos aos usuários, ainda que o cliente não tenha um conhecimento aprofundado no tema”, explicou o CEOe fundador da QINV, Lendel Lucas.

O executivo acrescentou que, entre setembro e o início de dezembro, 500 usuários da Coinext usaram o aplicativo através da plataforma da exchange. Nesse período, a rentabilidade do App foi de 71,65% em reais, enquanto o Bitcoin (BTC) ficou em 68,81%.

“Acredito que com o app muitas pessoas irão perceber os benefícios das carteiras inteligentes e se tornarão entusiastas das criptomoedas", concluiu Lendel.

Em dezembro do ano passado, a ex-esposa de Pelé e filhos do ídolo também lançaram um App de negociação de criptomoedas, o JanBank. Porém, nesse caso, a plataforma já surgiu cercada de polêmicas, uma delas envolvendo a custodiante BitGo, que negou a parceria anunciada pela JanBank, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.