A Justiça do Rio de Janeiro debaterá como blockchain pode ajudar a melhorar a transparência pública durante um Fórum Permanente organizado pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, EMERJ, segundo publicação feita hoje, 06 de dezembro, no Diário Oficial do Estado.

Os Fóruns Permanentes da EMERJ são uma maneira de formar e manter a excelência em diversos campos do saber jurídico em relação às novas contribuições que subsidiam tais áreas e das ciências que atendam ao interesse geral da EMERJ e do Poder Judiciário.

As reuniões, abertas e gratuitas, acontecem frequentemente nos auditórios da própria Escola, sendo os integrantes da equipe do CEPES, secretários responsáveis pela organização dos encontros e pela assessoria no cumprimento das orientações específicas determinadas pelos respectivos presidentes.

No caso de blockchain o tema será abordado no dia 10 de dezembro na EMERJ pela juíza federal do TRF 2, Dra Carmen Silvia Arruda, que abordará o tema no painel, "Novas Tecnologias para Combate à Corrupção - Blockchain, IoT e Smart Contratcs - Novos instrumentos para transparência pública".

Para debater este e outros assuntos que serão abordados no Fórum a EMERJ convidou os Magistrados, Promotores de Justiça, Procuradores do Estado e do Município, Defensores Públicos, Advogados, Estagiários da EMERJ e alunos da instituição.

Como vem noticiando o Cointelegraph, a justiça brasileira esta cada vez mais se aperfeiçoando no estudo de Bitcoin e blockchain. Recentemente, a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (ESMAT), anunciou a realização do curso, Educação Financeira e Investimentos, destinado a integrantes da área da magistratura, entre eles juízes e desembargadores, e que abordou investimentos em Bitcoin e criptomoedas.

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