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Cassio Gusson
Escrito por Cassio Gusson,Redator
Rafaela Romano
Revisado por Rafaela Romano,Ex-editor da equipe

Gol compra mais tokens MCO2, da Moss para compensar pegada de carbono de voos da Final da Copa Libertadores

Os voos fretados que levaram a delegação do Palmeiras e grupos de torcedores do Flamengo para uma decisão histórica em Montevidéu (MVD) tiverão sua pegada de carbono compensada por meio da criptomoeda MCO2, da brasileira MOSS

Gol compra mais tokens MCO2, da Moss para compensar pegada de carbono de voos da Final da Copa Libertadores
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Os voos fretados que levaram a delegação do Palmeiras e grupos de torcedores do Flamengo para uma decisão histórica em Montevidéu (MVD) tiverão sua pegada de carbono compensada por meio da criptomoeda MCO2, da brasileira MOSS.

O voo realizado pela GOL na quarta-feira (24), de número G3 9920, com a delegação palmeirense a partir de Guarulhos, foi o primeiro fretamento carbono neutro realizado pela empresa.

Para registrar o fato histórico, o comandante palmeirense Antonio Carvalho, da Companhia, entregou ao presidente do clube paulista, Maurício Galiotte, um certificado de que os voos de ida e volta foram 100% compensados. Antonio é o mesmo comandante à frente da aeronave que levou o time para a grande final de 2020, no Rio de Janeiro.

58 voltas de carro ao redor da terra: Foi o equivalente em pegada de carbono compensado com a criptomoeda brasileira MCO2

Além disso a empresa, junto com a MOSS, doaram para todos os passageiros e à tripulação presentes nesses voos ao Uruguai a compensação individual da pegada carbônica deixada nesses trajetos.

A aeronave também recebeu adesivagem especial com o escudo palmeirense e com a hashtag #MeuVooCompensa, mensagem colocada ainda nas escadas de acesso à aeronave. A rota foi operada com o jato Boeing 737 800, que, em configuração internacional, tem capacidade para 176 passageiros. 

Carbono zero

Além dos voos de ida e volta do Palmeiras, um voo fretado do Galeão (GIG) para a capital uruguaia (ocupado por torcedores do Flamengo) também foi carbono neutro, partindo no dia 25 e retornando ao Rio no dia 28. 

Em razão do evento esportivo em Montevidéu, a GOL planejou 35 voos extras com destino à capital uruguaia entre 20 e 30 de novembro, injetando 7 mil assentos sobressalentes. A rota entre Guarulhos e Montevidéu foi retomada no dia 3 de novembro, com voos às segundas, quartas, sextas e sábados entre os dois aeroportos, tanto a ida quanto a volta. 

Desde o dia 5 de junho de 2021, os Clientes da GOL já podem voluntariamente compensar a emissão de carbono de seus voos, uma possibilidade inédita na América Latina, estabelecida pela Companhia com a colaboração da climatech MOSS.

À campanha e à iniciativa, tem o nome de #MeuVooCompensa. A compensação em voos nacionais e internacionais é realizada por meio do MCO2, token verde totalmente global lastreado em blockchain, criado pela MOSS para neutralizar a emissão de CO2 a partir do apoio a projetos ambientais certificados com atuação na Amazônia.

Em setembro, a rota entre Recife e Fernando de Noronha, operada pela GOL, foi definida como a primeira em que 100% dos voos terão carbono neutro - neste caso, também uma doação da GOL e MOSS. 

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