O Grupo Bitcoin Banco, que vive grave crise financeira com milhões de reais em dívidas, proibição de atuar pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e centenas de processos tramitando na Justiça, entrou com um pedido de recuperação judicial. A notícia é desta terça-feira, 5 de outubro, publicada pelo Portal do Bitcoin.
Segundo a matéria, o pedido foi registrado nesta segunda-feira, 4 de outubro, pelo advogado Edson Insfer. Entre as empresas estão Bitcurrency Moedas Digitais (razão social do Bitcoin Banco), Dream Word Informática, NegocieCoins, Open Coin Serviços Digitais, Principal Apoio Administrativo, Tagmob Administração e Corretagem de Imóveis, TemBTC e Zater.
Na semana passada, alguns advogados ligados ao Bitcoin Banco deram declarações em que expressavam temor de que a empresa pedisse falência, informa o texto.
A recuperação judicial é pedida por empresas para congelamento de contas, reorganização administrativa e parcelamento de dívidas. No caso do Grupo Bitcoin Banco, porém, o pedido causa ainda mais temor pela empresa não ter rendimentos substanciais, já que foi notificada pela CVM pois não tinha autorização para operar no mercado de investimentos em criptomoedas.
Como noticiou o Cointelegraph Brasil, a CVM recentemente uma página listando empresas suspensas pela autarquia, citando nominalmente o GBB e a Atlas Quantum, além de outras empresas ligadas a investimentos cripto.
O GBB também pode ser incluído na CPI das Criptomoedas, que investigará empresas que ofertam investimentos através de um suposto "marketing multinível" mas são suspeitas de pirâmide financeira.
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