A advogada Emília Campos, autora do livro Criptomoedas e Blockchain, O Direito no Mundo Digital, lançado pela Lumen Juris em 2018 e já com a 2ª edição esgotada, mencionada pela Forbes Brasil como uma das 5 mulheres que se destacam nesse segmento, lançará em 23 de março o primeiro curso online sobre criptoativos, voltado especificamente para a área legal.

O curso Descomplicando Criptoativos, Tokens e NFT’s para os profissionais do mercado jurídico, que será lançado na plataforma Hotmart, terá 16 aulas gravadas, 2 duas lives com a especialista para tirar dúvidas e promete ensinar aos participantes uma nova área de atuação no Direito.

O primeiro lote com valor promocional será vendido na live de lançamento do dia 23/3, e já é possível fazer reserva no link.

KPTL novo fundo de arbitragem de criptoativos

Quem também está com novidades é a KPTL que lançou  um novo fundo de arbitragem com criptomoedas, o Appia, que segundo a empresa, também é chamado de "puro alfa". Os retornos do Appia, não estão correlacionados a todos e quaisquer ativos. Desta forma, seu desempenho é forte tanto na alta quanto na baixa.

Sócio da vertical de fundos líquidos da KPTL offshore, Jay Janér, explica que enxergou no Appia uma oportunidade de desenvolver uma estratégia com um perfil de risco e retorno mais agressivo e complementar ao Bohr.

“É um produto que usa as mesmas técnicas que já testamos e sabemos controlar, mas com alocação de capital diferente. O objetivo é oferecer mais risco aos clientes, atendendo a uma demanda de investidores do Fundo Bohr por um produto mais volátil. E consequentemente com um potencial de retorno maior”, detalha Janér.

Contudo o Appia é um espelho do Fundo Bohr, com alocações diferentes entre estratégias já existentes. No Bohr, 3 a 4% do capital é investido nas estratégias Long/Short, que podem ter viés direcional, e 97% em estratégias de arbitragem. Estas últimas, por serem neutras a mercado, têm volatilidade muito baixa, e consequentemente, menos risco. Já a Long/Short tem maior volatilidade e mais exposição a mercado, ou seja, é mais agressiva.

Por sua vez, no Fundo Appia as proporções se igualam em 50% em estratégia LongShort e 50% em estratégias arbitragem. Assim, a tese deste novo fundo é ter uma alocação de capital em modelos mais agressivos, com maior volatilidade e chances de maiores lucros.

Jay Janér conta que o fluxo de operações do Fundo Appia será mais intenso do que no Bohr, mas dentro de uma zona de controle.

”O objetivo do Appia do é surfar estas ondas mais intensas do mundo cripto com mais versatilidade. Digamos que o Appia vai se deixar levar mais pelas oscilações”, afirma Janér.

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