Se você está cansado da volatilidade do Bitcoin ou de plataformas que prometem serem 'as maiores do Brasil' e acabam impedindo seus usuários de retirar seus recursos, como ocorreu com a Atlas Quantum, Grupo Bitcoin Banco, 3xBit e tantas outras em 2019, o especialista da Forbes, Zack O’malley Greenburg, mostrou recentemente como investidores têm apostado em conseguir rentabilidade por meio de 'royalties musicais'
"O mais incrível a respeito deles fé que agora estão disponíveis para investimento em partes menores, em vez de milhões, no que costumava ser a quantia mínima para ter uma parte desses bens musicais", diz.
Antigamente, segundo ele, a única maneira de ter acesso aos rendimentos que uma música de sucesso poderia proporcionar era adquirindo um catálogo imenso inteiro como teria ocorrido com Michael Jackson que comprou um catálogo inteiro contendo a maioria dos sucessos dos Beatles.
Segundo Greenburg, agora, plataformas como a Royalty Exchange acabam comprando os pacotes maiores mas dividem eles em fatias menores (mas ainda assim em milhares de dólares) mas que permitem a pequenos e médios investidores terem acesso a este mercado.
O jornalista destaca que o mercado tem atraído gente que não deseja investir no mercado de ações, como o milionário do Texas, Alex Weaver que procurou a plataforma e investiu na música "Bodak Yellow", canção de Cardi B que ele nem conhecia mas que o 'atraiu' pelos números de renda que gerava a cada trimestre.
"E, no fim das contas, foi um enorme sucesso"
Ainda segundo o jornalista a tendência é que cada vez mais estes bens cheguem ao mercado pois quando você ouve uma música no Spotify o Apple Music alguém está ganhando com isso. Além disso, de acordo com o repórter, este modelo é mais 'inclusivo' e benéfico para os artistas que o modelo antigo.
"Este modelo de venda de royalties é melhor para o artista e para o compositor do que o modelo antigo (...) No caso desses serviços, se você é músico pode vender uma parte de sus fluxo de royalties, vender parte de uma única canção e até de um determinado período de anos"
Assim como o Bitcoin, Greenburg argumenta ainda que este mercado não está vinculado ao mercado de ações, "ou seja se o Dow ou a Nasdaq quebrarem isso não afeta como o público vai ouvir música e agregar".
Como noticiou o Cointelegraph, o investimento em royalties musicais descrito por Greenburg se assemelha muito ao sistema de tokenização que vem ganhando corpo com o desenvolvimento da tecnologia blockchain.
Recentemente, no campo cinematográfico, a Alibaba Pictures, setor de produção de filmes do Grupo Alibaba, anunciou que planeja tokenizar os direitos de distribuição de seu novo filme "Striding into the Wind", para isso a empresa assinou um acordo com a plataforma de entretenimento descentralizado Breaker, sediada em Nova York, anteriormente conhecida como SingularDTV, para distribuir o filme no exterior usando sua plataforma blockchain..
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