Em tempos de vacinação em massa no mundo todo, Dale Chrystie, executivo da FedEx, falou em evento sobre os casos de uso da blockchain e apontou como exemplo a vacinação contra a Covid-19.
“Hoje quem é vacinado recebe um comprovante em papel. Mas isso na verdade não prova nada. Houve gente que fraudou certificados de vacinação. Mas, quando você conecta dados de matéria-prima, fabricação, transportador, fronteira, local, hospital, injeção e certificado, é possível provar que a vacina foi dada de forma eficaz e confiável.”
O Cointelegraph já publicou iniciativa semelhante, quando a gigante indiana de TI, Tech Mahindra, passou a usar blockchain para rastreamento de vacinas.
Com o objetivo de lidar com os problemas da cadeia de abastecimento que afetam o estoque e a validade das vacinas contra a COVID-19, a Tech Mahindra e a empresa de blockchain StaTwig se preparavam para lançar uma solução "VaccineLedger" em todo o mundo.
Durante a 5ª edição do evento desta quinta-feira (26) chamado de “Quando os presidentes se encontram”, promovido pela Gouvêa Ecosystem em parceria com o BRI (Blockchain Research Institute) Brasil, Dale afirmou que é fundamental que todos os negócios da economia se preparem para a blockchain.
Afirmou ainda, segundo o Mercado e Consumo, que a tecnologia tem o potencial de transformar cadeias de suprimentos.
“Vamos conseguir acompanhar os produtos desde a matéria-prima até o pós-entrega. Seja o relógio Rolex ou a bolsa Gucci, tudo será rastreado em toda sua jornada.”
O Cointelegraph publicou em 2019 iniciativas na área da saúde, para incluir blockchain no dia a dia.
Na época, hospitais do Rio de Janeiro adotaram solução em blockchain para coleta de dados de pacientes para garantir mais segurança.
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