Mediando um painel sobre o progresso da circulação de Bitcoin ao redor do mundo, Huego Cuevas Mohr, CEO of Mohr World Consulting, declarou que vê com bons olhos a integração que vem sendo realizada por empresas e fintechs em todo o mundo na 'integração' do Bitcoin junto ao sistema financeiro tradicional.

Segundo ele, esta integração aponta um 'caminho' para adoção das criptomoedas e é muito melhor que o 'discurso' feito por muitos 'especialistas' de que "vamos fazer isso ou aquilo e isso vai mudar isso e aquilo, mas na verdade não tem nada de fato acontecendo".

"Estou muito feliz de ver aqui as empresas como OkCoin e Genesis que não estão falando sobre o que vão fazer mas sobre o que estão fazendo e eles estão realizando uma integração entre o bitcoin com o sistema financeiro tradicional e isso é incrível (...) as criptomoedas estão ajudando a resolver a complexidade de mover dinheiro através do mundo", declarou.

Concordando com as afirmações de Mohr, Tim Byun, da OkCoin, declarou que o Bitcoin é parte deste fenômeno de uma revolução global que envolve a digitalização da economia, no entanto, o Bitcoin, não apenas abre oportunidades para 'mover' dinheiro, ele tem um ecossistema construído em sua volta que pode construir diversas soluções.

"Bitcoin é um fenômeno de uma revolução global (...) esta indústria tem muitos canais para se promover e isso é excitante nesta indústria, não apenas o trade, mas o Bitcoin possui um ecossistema em crescimento criando diversas soluções para diversos problemas", declarou Byun.

Como noticiou o Cointelegraph, durante a Labitconf, Max Keiser, jornalista econômico e financeiro conhecido mundialmente por sua defesa do Bitcoin e das criptomoedas, declarou durante a Labitconf, que ocorre no Uruguai que o Bitcoin é o "dinheiro da resistência" e que a principal criptomoeda do mercado é o pesadelo do dinheiro fiduciário.

"Bitcoin é o dinheiro de uma revolução global e o pesadelo do dinheiro fiduciário (..) é o dinheiro da resistência", declarou.

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