Restrições ao investimento direto em Bitcoin no Brasil abrem espaço para ações de BTC Treasury Companies se tornarem uma alternativa de exposição ao ativo para diferentes perfis de investidores.
As criptomoedas perderam mais de US$ 1 trilhão em semanas, mas analistas afirmam que a queda não é sistêmica e detalham os fatores macroeconômicos, o comportamento institucional e as estratégias de sobrevivência dos investidores.
Nova pesquisa enfatiza as máximas históricas de oferta de stablecoins como um fator clássico de valorização no preço das criptomoedas, apesar da recente queda do mercado.
O Bitcoin precisa recuperar o impulso com volumes de negociação mais altos para romper a próxima grande resistência em US$ 92.000–95.000 e voltar a renovar máximas históricas.
Criptomoedas que combinam fundamentos, usabilidade comprovada e capitalização de mercado já estabelecida podem se dar bem em cenário de corte de juros, aponta análise.
O Bitcoin acumula uma queda de quase 17% neste mês e caminha para seu pior novembro desde, pelo menos, 2019, mas Nick Ruck, da LVRG, diz que isso o posiciona bem para 2026.