Na manhã desta quinta-feira (27), o mercado de criptomoedas operava com um market cap de US$ 2,26 trilhões (-0,03%), ocasião em que o Bitcoin (BTC) era transferido pouco acima de US$ 61,1 mil (-0,3%) com recuo acumulado semanal de 7%, dominância de mercado a 53,3%, sentimento dos investidores próximo a uma região de medo (45%) e algumas altcoins em alta de dois dígitos percentuais, apesar da movimentação mais elástica de alguns tokens de baixa capitalização, em até quatro dígitos.
O mercado cripto ainda espelhava o clima de cautela e arrefecimento das expectativas dos capitalistas de risco em relação à redução das taxas de juros do Federal Reserve (Fed), no curto prazo. Em direção contrária, o S&P 500 e o Nasdaq voltaram a ser capitaneados pela valorização dos papéis de grandes empresas de tecnologia e encerraram respectivamente em 5.477,90 (+0,16%) e 17.802,66 pontos (+0,48%).
Na mesma direção, investimentos relacionados ao venture capital (VC) voltaram a receber aportes, caso dos fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) baseados em negociação à vista (spot) de Bitcoin, que registraram US$ 21,52 milhões em entradas líquidas, segundo dados da plataforma SoSoValue.
Na região positiva das principais altcoins em capitalização de mercado, o KAS se convertia em US$ 0,17 (+8,4%), o MKR orbitava US$ 2.533,17 (+8%), o ENS representava US$ 26,23 (+6,4%) e o INJ era comprado por US$ 23,74 (+5,2%). Pelo contrário, o AGIX era trocado por US$ 0,67 (-4,1%), o FET vendido por US$ 1,64 (-4%), o AR se transformava em US$ 26,85 (-4%) e o TIA estava precificado em US$ 6,36 (-3,7%).
Entre as altas de dois dígitos percentuais, o BLAST se equiparava a US$ 0,024 (+18,5%), o LISTA estava cotado a US$ 0,76 (+12,8%), o POPCAT se nivelava por US$ 0,50 (+11,3%), o DAG estava quantificado em US$ 0,034 (+18,2%), o MICHI se comparava a US$ 0,19 (+17,6%), o LOCUS era trocado de mãos por US$ 0,035 (+36,1%).
Dois tokens chamavam a atenção pela volatilidade nas últimas horas, um deles era o Beta Finance (BETA), transferido por US$ 0,10 (+140%).
Gráfico de 24 horas do par BETA/USD. Fonte: CoinMarketCap
Pelo que era possível perceber, a movimentação do token da plataforma de empréstimo focada em empréstimos baseada em Ethereum coincidia com o anúncio de continuidade da listagem do BETA, entre outros tokens, em outra plataforma de finanças descentralizads (DeFi), a Omni.
Omni is expanding its asset support!🚀
— Beta Finance | v2: OMNI (@beta_finance) June 27, 2024
As a leading lending platform with diverse asset listings, Omni will continue to list $CAKE, $BETA, $BAND, $C98, $GMT, $AI (on @BNBChain), and $PEPE, $SHIBA, $ALPHA, $MEME, $BETA, $LINK (on @Ethereum) until 11/01/2024
🕰️These altcoins will… pic.twitter.com/KkLFu02plG
Também chamava a atenção o desconhecido MetaSoccer (MSU), negociado por US$ 0,013 (+1.350%) e com um pico de preço de 1.500%.
Gráfico de 24 horas do par MSU/USD. Fonte: CoinMarketCap
Por outro lado, embora a plataforma de monitoramento CoinMaketCap não retornasse qualquer alerta em relação ao MSU, que estava rankeado na 1.622ª colocação com US$ 1,4 milhão em capitalização de mercado e US$ 405 mil (+2.990%) em volume de negociações nas últimas horas, não foi possível identificar um evento pontual ligado à alta do token da plataforma de metaverso ligada ao futebol MetaSoccer, cujas publicações no X estavam restritas a seguidores autorizados.
No dia anterior, um rival do Notcoin alcançava 200 milhões de usuários e anunciava uma nova criptomoeda enquanto o Bitcoin lutava por US$ 61 mil, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.