O aplicativo de compatilhamento de viagens, Uber, o maior do mundo em seu segmento, anunciou um prejuízo histório no segundo trimestre, reportando um prejuízo de US$ 5,24 bilhões, segundo uma reportagem do Infomoney, publicada em 10 de agosto.
Segundo a publicação este foi o pior resultado da história da empresa, embora analistas já contavam com um reporte de US$ 3,30 bilhões de prejuízo no período.
"Acreditamos que 2019 será o nosso ano de pico de investimento e acreditamos que, em 2020, 2021, você verá o prejuízo diminuir. Não tenho dúvidas de que o nosso negócio se tornará um negócio rentável e lucrativo", disse a CEO da Uber, Dara Khosrowshahi.
Enquanto o aplicativo usado em todo o mundo só apresenta prejuízos, Jason Calacanis, um dos grandes investidores do aplicativo afirmou recentemente que não vê valor no Bitcoin e que, provavelmente o preço do criptoativo irá para zero.
"Minha posição continua a mesma. O Bitcoin provavelmente será substituído por uma nova tecnologia e é manipulado. É possível que ele seja construído para durar, mas não é provável, então mantenha sua posição em um valor que você esteja disposto a perder (…) pois é provável que seu valor seja de 0 a 500 dólares”, observou Calacanis.
Como reportou o Cointelegraph, investidores nos Estados Unidos estão começando a ver o Bitcoin como reserva de valor, disse o ex-executivo da Uber, Dan Held e
O cofundador da Interchange e diretor de desenvolvimento de negócios creditou o Facebook por elevar o status das criptomoedas. Held afirmou que a incursão do gigante de mídias sociais na indústria de criptomoedas com a introdução de seu projeto de cripto Libra e de seu serviço de carteiras - a Calibra - trouxe o Bitcoin para maior visibilidade, acrescentando:
"Se alguém me dissesse sete anos atrás que o presidente do Federal Reserve, o secretário do Tesouro e o presidente iriam falar sobre Bitcoin publicamente em sete dias, eu ficaria extremamente empolgado."