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Walter Barros
Escrito por Walter Barros,Redator
Lucas Caram
Revisado por Lucas Caram,Editor da Equipe

PicPay adiciona mais 2 altcoins e amplia para 5 o número de criptomoedas negociadas

Fruto de uma parceria com a Paxos, serviço foi lançado em agosto deste ano e permite compras a partir de R$ 1 aos 30 milhões de usuários do aplicativo de pagamentos.

PicPay adiciona mais 2 altcoins e amplia para 5 o número de criptomoedas negociadas
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De olho no avanço das criptomoedas no Brasil, onde este mercado deverá ser regulamentado por meio de um Projeto de Lei (PL) que se encontra para ser votado na Câmara dos Deputados, o aplicativo (App) de pagamentos PicPay adicionou na última quinta-feira (29) mais duas altcoins ao serviço de compra e venda de criptomoedas implantado em agosto deste ano por meio de uma parceria entre a fintech e a plataforma de infraestrutura blockchain regulamentada Paxos.

Trata-se do MATIC, token nativo e de governança da blockchain de camada dois Polygon, e o Litecoin (LTC), uma altcoin de código aberto criada em 2017 como alternativa de barateamento de transações ao Bitcoin (BTC), no qual o LTC foi inspirado. O MATIC e o  LTC se juntaram ao Bitcoin, o Ether (ETH) e a sablecoin USDP, adicionados na ocasião da disponibilização do serviço pelo PicPay, aos 30 milhões de usuários do App. 

“Queremos trazer cada vez mais novidades, sempre com moedas seguras, com casos de uso real, para que nossos usuários tenham a confiança de que o que está no aplicativo passou por uma seleção rigorosa”, disse  executivo responsável pela unidade de negócios de Cripto e Web3 do PicPay, Bruno Gregory.

A negociação de criptomoedas pelo App, que em um primeiro momento não permite a transferência para carteiras externas, é feito pelo acesso através do botão “Carteira” e, em seguida, o “Cripto no PicPay”, através do qual os usuários do aplicativo gratuito têm acesso as cinco criptomoedas disponíveis para transação, além das respectivas cotações no momento da transação. 

Em julho deste ano, o PicPay revelou que vai lançar uma exchange de criptomoedas no Brasil, além de uma stablecoin própria, lastreda no real.

Quem também avança nas operações envolvendo as criptomoedas no país é a exchange brasileira NovaDAX, que promete integração com DeFi e aposta na redução de taxas para alcançar liderança em negociação de Bitcoin, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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