Em 30 de outubro, data em que se completa um ano da morte do ex-jogador de futebol Diego Armando Maradona, a "mão de Deus" vai distribuir 10.000 unidades do Maradólar gratuitamente e de forma aleatória. A "primeira criptomoeda popular", como denominam os criadores do projeto, foi imaginada para homenagear o maior craque da história do futebol argentino.
O Maradólar é um token BEP-20, baseado na Binance Smart Chain, que inicialmente não terá cotação atrelada a moedas fiduciárias. A distribuição será feita mediante cadastro no site do projeto. Basta inserir nome completo, número de telefone, data de nascimento e um endereço ativo na BSC para tornar-se apto ao recebimento dos tokens.
A única contrapartida exigida é alguma forma de contribuição voluntária para o desenvolvimento do projeto, seja através de divulgação em redes sociais, consultoria para questões jurídicas, produção de material educativo sobre a criptoeconomia ou suporte técnico.
De acordo com os idealizadores do projeto, o propósito do Maradólar é introduzir os cidadãos argentinos no mundo das criptomoedas, sem exposição ao risco que caracteriza esta classe de ativos, através da criação de uma moeda independente da política monetária de um país que enfrenta graves problemas econômicos.
"Queremos construir uma alternativa ao peso argentino para que você compre e venda com tranquilidade", diz a apresentação do Maradólar no site do projeto. A ideia é que o token seja capaz de criar uma comunidade em torno da qual a criptomoeda adquira valor como meio de troca para negociação de produtos e serviços.
O Maradólar. Fonte: Twitter (@maradolar)
O Maradólar não será disponibilizado para negociação em exchanges nesse primeiro momento. No entanto, após a distribuição inicial dos 10.000 tokens existe a possibilidade de que os desenvolvedores promovam uma injeção de liquidez para formar um par MDL/USD, inserindo a criptomoeda no mercado de ativos digitais.
Conforme noticiou o Cointelegraph Brasil recentemente, no Uruguai há uma iniciativa semelhante que vem ganhando a adesão da população local. Com uma comunidade de mais de 5.000 pessoas, o Ñeripeso já é aceito para compra e venda de produtos e serviços diversos e já serviu até para a aquisição de um computador pessoal.
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