O secretário-executivo do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI), Marconi Costa Melo, esteve no Brasil na semana passada para um reunião com autoridades a fim de debater a situação do Brasil na adoção de mecanismos contra a lavagem de dinheiro, conforme noticiou o jornal Valor Econômico em 15 de julho.
De acordo com a reportagem, Melo também expressou sua opinião sobre o mercado de criptomoedas que, segundo ele, é um dos focos do GAFI, que pretende evitar que este tipo de ativo seja usado por criminosos.
"Quem compra e vende [criptomoedas] também deveria cumprir as obrigações de combate à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo", disse.
Ainda segundo Melo, o tema é novo e, portanto, é um desafio aos reguladores, mas o GAFI vem liderando e coordenando o estabelecimento de regras e recomendações globais para este mercado.
"É muito novo. O tema está sendo regulamentado internacionalmente", afirmou.
Conforme reportou o Cointelegraph, um grupo de associações comerciais de vários países representando os Provedores de Serviços de Ativos Virtuais (VASPs) assinou um Memorando de Entendimento (MoU) em Osaka com o objetivo de estabelecer formalmente uma associação global de criptomoedas.