Na hora de investir, muitas pessoas ficam com o pé atrás, receosas, questionando-se qual o momento certo para tomar a atitude de comprar criptomoedas, ações e investimentos correlacionados.

A princípio, a porcentagem de lucro pode até parecer interessante e o negócio vantajoso, mas o medo de investir faz grandes oportunidades desaparecerem.

No universo das criptomoedas o receio pode ser um grande empecilho para quem deseja lucrar.

Afinal, não existe hora certa para comprar ou vender os criptoativos, tudo depende da análise de mercado e do objetivo com o investimento.

Bitcoin e Ethereum

O Bitcoin, principal criptomoeda do mercado, movimentou mais de R$ 19,8 bilhões no Brasil durante o ano de 2020, segundo relatório anual do Cointrader Monitor.

Houve uma alta de 77% nos investimentos em reais no criptoativo em comparação aos dados de 2019, mesmo havendo diminuição de 5% no volume negociado.

Em paralelo, a Ethereum é um dos ativos eletrônicos mais capitalizados do mundo, acumula ganhos de 667% do início de 2020 para cá em dólar.

"A Ethereum é a segunda maior criptomoeda em valor de mercado, avaliada aproximadamente em 150 bilhões de dólares. Este valor agregado não é por caso, ela é uma plataforma que permite o desenvolvimento de aplicativos descentralizados e tokens, tudo baseado na tecnologia Blockchain", afirma Marco Castellari, CEO do Brasil Bitcoin.

De acordo com Castellari, a futura atualização da criptomoeda vai permitir um maior número de transações e faculdades para seus desenvolvedores.

Além disso, é uma moeda extremamente consolidada no mercado, valendo hoje, em torno de R$ 6.616,37 e possui aplicações que o bitcoin não tem, como, por exemplo, a criação de aplicativos descentralizados.

"Esses são alguns dos motivos que a Ethereum pode ser uma excelente opção de investimento para agora e, ainda, como ela deve atingir um maior número de pessoas, o preço dela pode subir, se tornando ainda mais vantajoso para quem vai investir agora", finaliza o CEO.

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