A empresa de criptomoedas de origem chinesa Galactic Holdings anunciou na última quarta-feira (19) a captação de US$ 10 milhões em uma rodada de investimentos pré-A liderada pelo fundo de capital de risco BAI Capital, aporte que será utilizado nas operações da Galactic na América Latina, incluindo o Brasil.
O investimento também contou com a participação da desenvolvedora de jogos em blockchain Animoca Brands, Y2Z Ventures, Longling Capital, Head & Shoulders, TKX Digital Group, Perseverance Capital e Palm Drive Capital, dentre outros.
Segundo a Galactic Holdings, o investimento deve se concentrar na expansão da TruBit, um ecossistema da empresa que envolve uma exchange de criptomoedas, que é o aplicativo TruBite Pro, a carteira digital TruBit Wallet, e o MMXN, que é uma stablecoin emitida pela startup lastreada no peso mexicano.
“Nos últimos três anos, estabelecemos uma base sólida no México e esta rodada de arrecadação de fundos continuará a apoiar nossa expansão para outros países da América Latina, como Argentina, Brasil, Colômbia e Venezuela. Nossa missão é permitir que todos os usuários entrem e saiam do mundo das criptomoedas com barreiras mínimas e, ao mesmo tempo, possam realmente usar criptomoedas em sua vida diária", disse a CEO e cofundadora da Galactic Holdings, Maggie Wu.
O gerente das operações brasileiras da TrustBit, Alexandre Lin, acrescentou que “essa rodada de investimentos é um passo natural a ser dado quando pensamos em nossos objetivos de expansão, ainda mais com nosso foco atual de entrar no mercado brasileiro.” O executivo disse ainda que é importante que o mercado cripto conte com players preparados para restaurar a confiança dos investidores, abalada por eventos ocorridos em 2022.
“Acreditamos que facilidade e simplicidade são dois dos atributos que mais podem ajudar no desenvolvimento do mercado e democratizar o acesso de novos entrantes. Empresas que fizeram essa rodada de investimento acreditam no potencial de desenvolvimento que a Galactic Holdings pode trazer para o mercado cripto, nossa missão agora é entrar no país de maneira a fazer esses esforços valerem a pena”, completou.
O avanço das operações Galactic Holdings no Brasil coincide com o avanço da importação de criptomoedas no país, que subiu 150% em três anos e atingiu US$ 1,4 bilhão em fevereiro, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.
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