Dados da plataforma Arkham Intelligence na manhã desta terça-feira (28), quando as criptomoedas subiram até 125%, indicavam que a carteira da World Liberty Financial (WLF), um projeto de finanças descentralizadas (DeFi) associado à família do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegava a US$ 391,5 milhões. Já a Santiment destacou algumas compras recentes que apontam para o apetite DeFi da WLF.

No X, a Santiment destacou esta semana que a WLF “continua a acumular criptomoedas agressivamente por meio de sua carteira pública”. Ao citar algumas compras recentes da WLF, como 59.269 Ethereum (ETH), 647 WBTC e 19.399 stETH, que são versões encapsuladas do Ethereum e do Bitcoin (BTC), que funcionam como “tokens-recibos” fornecidos pelos protocolos DeFi, a Santiment observou que a carteira, detentora de US$ 370 milhões no momento da publicação, também está sedenta por altcoins blue-chips, que possuem maior liquidez.

“Algumas outras criptomoedas notáveis​​mantidas nesta carteira incluem USD Coin (USDC), Tether (USDT), Chainlink (LINK), Aave (AAVE), Ethena (ENA) e até mesmo memecoins como PEPE e MOG. A WLF parece estar se estabelecendo como um jogador-chave em finanças descentralizadas (DeFi)”, ressaltou a Santiment.

A plataforma de inteligência e monitoramento onchain acrescentou que  “o comportamento do empreendimento por meio desta carteira se correlaciona com a promessa de Donald Trump de tornar os EUA um líder global em criptomoeda e inovação em blockchain. Esse alto nível de acumulação de criptomoedas sinaliza confiança nas políticas futuras e uma crença em um futuro forte para o mercado”.

Os números apontam para essa direção, já que o mapeamento da Santiment exibia 44 criptoativos distintos na carteira, na ocasião da publicação. Porém, no momento desta edição, os dados da Arkham exibiam mais de 100 criptomoedas no portfólio da WLF. O que incluía outros tokens blue chips, como BNB, TRX, CRV, FTM, NEAR, AVAX e ONDO.

No caso das memecoins presentes na carteira da WLF, era possível identificar outros tokens conhecidos dos investidores, como GROK, PUPPIES, TOSHI, FLOKI, SHIB, DOG, MAGA, WHY e APU.

O que, para muitos são shitcoins (moedas de merda), para a WLF representam chance de crescimento. Em relação a esses desconhecidos, embora em pequenas quantidades, o portfólio incluía: RAINBOW, FREE, BOYS, XOR, SPCT, DAWN, SFM, SPEPE, MCC, JOTCHUA, WGC, COINYE, PSYOP, DON, RMRK, NIZA, PRISMA, BOYS, KEKE, OTTO, PEEPO, FU, NATO, NOCHILL.

No radar dos investidores nacionais também estão cinco criptomoedas mais procuradas do Brasil em alta de até 1.200% em 30 dias, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

Aviso: Esta não é uma recomendação de investimento e as opiniões e informações contidas neste texto não necessariamente refletem as posições do Cointelegraph Brasil. Cada investimento deve ser acompanhado de uma pesquisa e o investidor deve se informar antes de tomar uma decisão.