A Fastblock, uma das maiores empresas do mundo especializada em consultoria e administração de malha computacional para blockchain, é a primeira empresa no Brasil icenciada para vender máquinas de mineração de Bitcoin da Bitmain, empresa que que possui 75% do mercado global de hardware de criptomoeda, segundo um comunicado de imprensa compartilhado com o Cointelegraph em 14 de janeiro.
Segundo o comunicado, a Fastblock tem como foco clientes institucionais, além da distribuição das máquinas com exclusividade no mercado brasileiro e oferece ainda serviço serviços consultoria conhecido como Mining as a Service (MaaS).
“Nós somos líder de mercado em Mining as a Service (MaaS), onde atuamos desde o momento da escolha da configuração das máquinas que irão compor o pool de mineração, optimização do supply chain em adequação à demanda do cliente, colocação dos equipamentos em data center parceiro dentro dos Estados Unidos e administração da operação diária do pool de mineração” revela Gustavo Caldeira de Andrada, COO da Fastblock.
Para Bernardo Schucman, CEO da Fastblock, os serviços de MaaS tem como objetivo possibilitar os ganhos e competitividade da economia de escala alcançada por grande grupos econômicos já estabelecidos no segmento. “Isso tudo, somado a expertise técnica e comercial adquirida desde 2012, que possibilitam novos investidores do segmento performarem com métricas industriais e atingirem os objetivos alcançados” revela.
Hoje, o maior pool administrado pela empresa está em Atlanta, capital da Geórgia, Estados Unidos, onde são encontrados os mais altos níveis de compliance legal do mercado. Outro ponto importante é a energia a um valor baixo e os melhores equipamentos para mineração, o que facilita garantir os melhores preços para seus clientes.
Segundo a Bitmain, a parceria com FastBlock vem fortalecer a entrada na América do Sul, que continua sendo uma região importante para o setor de mineração de criptomoedas. “Isso nos ajudará a desenvolver o relacionamento que temos com a comunidade de mineração no local”, revela Irene Gao, Diretora de Vendas do Antminer para a região das Américas do Norte, Central e do Sul (NCSA).
Para operar aqui no Brasil, toda a estrutura legal e tributária foi feita pela banca de advogados Pinheiro Neto, segundo a empresa.
Como noticiou o Cointelegraph, recentemente duas grandes empresas japonesas, a gigante japonesa de serviços financeiros, SBI, e o provedor de internet GMO se uniram para montar a maior mineradora de criptomoedas do mundo que será operada em Rockdale, Texas, pela Whinstone Inc., uma subsidiária da Northern Bitcoin AG, com sede em Frankfurt.
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