Ganhar a primeira camisa profissional usada por um jogador do futebol não tem preço, mas tem. Isso porque, em tempos de criptomoedas, alguns projetos possuem justamente a proposta de vincular a posse de criptoativos a benefícios e experiências exclusivas junto aos jogadores, o que, além de mimos aos torcedores apaixonados, pode representar um investimento de longo prazo, afinal, as revelações de hoje podem ser as estrelas dos gramados de amanhã.

Um exemplo foi a venda de um token não fungível (NFT), na última semana, vinculado à aquisição da primeira camisa profissional usada por Endrick, de 16 anos, revelação do Palmeiras, usada na goleada do Verdão contra o Coritiba no início de outubro. Arrematado por R$ 30 mil, o NFT é um dos dois exemplares da categoria Lendário, mas pode ser considerado praticamente exclusivo, já que o outro colecionável pertence ao atleta. 

Os dois Lendários compõem um total de 101 NFTs vinculados ao jogador, que incluem 29 NFTs Épicos e outros 70 criptoativos da categoria Raro, dos quais aproximadamente a metade já foi vendida.

Ainda que o vencedor do leilão seja um torcedor apaixonado pelo alviverde, o NFT da primeira camisa profissional de Endrick, que também possui o autógrafo do atleta, pode ser considerado um investimento de longo prazo, já que o rapaz, que teve o passe vendido pela bagatela de 72 milhões de euros, deverá vestir a camisa do Real Madrid a partir de julho de 2024, quando completará 18 anos.

Não por acaso, o criptoativo faz parte do projeto “Rough Diamonds” (Diamantes Brutos), lançado em junho desse ano pela startup Tero Labs, que é um spin off da startup Tero em parceria com LaLiga (Liga de Futebo profissional da Espanha), cuja proposta é lastrear a carreira de jovens promessas da Seleção Brasileira de Futebol a NFTs de cauda longa, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

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