Negociado em torno de US$ 58,1 mil (-4,7%), o Bitcoin (BTC) sofria com a pressão de venda no início da tarde desta sexta-feira (30), apesar da divulgação em linha com a previsão dos analistas do núcleo da inflação do consumo (PCE) nos EUA, em 0,2% em julho. O que, apesar da queda, pode favorecer as previsões do especialista em criptomoedas Inmortal, que apontam para a recuperação do benchmark em setembro e uma nova máxima histórica ainda em 2024.  

“Novo BTC atinge máxima histórica até o EOY (fim do ano)”, declarou.

Em outra publicação, o especialista sugeriu que o Bitcoin já se consolidou acima de US$ 49 mil e que não deve perder esse suporte antes de uma nova máxima histórica.

Pelo gráfico, é possível perceber que ele trabalha com a possibilidade de o BTC ser negociado dentro de uma faixa em torno de US$ 58 mil em setembro.

A se confirmar a previsão, o BTC pode recuperar o suporte de US$ 62 mil (+6,7%) em setembro.

 “1. Espere. 2. Deixe o preço definir a abertura de setembro. 3. Compre a recuperação” , disse.

Segundo a projeção, o especialista trabalha com a possibilidade de uma explosão em outubro, com a quebra da resistência de US$ 74 mil, que representaria uma nova máxima histórica.

“Logo iremos brrrr”, completou.

Inmortal não apontou um alvo específico para o Bitcoin, mas os gráficos apresentados pelo especialista se alinha à previsão dos pseudônimos Bluntz e Rekt Capital. 

Segundo eles, o marasmo do benchmark pode dar lugar a uma explosão de preço no curto prazo, em direção à resistência de US$ 95 mil e uma possível nova máxima histórica ainda este ano, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil.

Aviso: Esta não é uma recomendação de investimento e as opiniões e informações contidas neste texto não necessariamente refletem as posições do Cointelegraph Brasil. Cada investimento deve ser acompanhado de uma pesquisa e o investidor deve se informar antes de tomar uma decisão.