A fintech CloudWalk anunciou uma nova rodada de investimentos da série C de US$ 150 milhões (cerca de R$ 825 milhões) e passou a ser avaliada em US$ 2,15 bilhões, se tornando o novo unicórnio brasileiro.
O investimento foi liderado pelo fundo Coatue de private equity. A fintech agora pretende levar soluções de pagamento para Estados Unidos e Europa.
A CloudWalk foi cofundada por Luis Silva em 2013, que afirmou ao InfoMoney que o objetivo era aproveitar a competição do mercado de maquininhas.
Após um desenvolvimento de tecnologia e burocracias para conseguir licenças de operação, a empresa só começou a operar em 2019.
Essas tecnologias tornam a maquininha InfinitePay mais atrativa em termos de taxas mais baratas.
Além disso, a empresa lançou uma stablecoin baseada no real brasileiro, chamada Brazilian Digital Real (BRLC). Ao optar pela criptomoeda na hora da transação, a operação é realizada em segundos, sem cobranças de tarifas.
Uma novidade, segundo a reportagem, é que todos os meses, a CloudWalk vai distribuir R$ 1 milhão por mês em stablecoins BRLC.
Mas apenas para consumidores que pagarem pelo aplicativo da InfinitePay, que já tem cerca de 300 mil carteiras digitais.
Ao receber a BRLC, o consumidor poderia, então, comprar outros produtos dentro da InfinitePay ou trocar por outras criptomoedas, como, como Bitcoin.
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