Em meio à indefinição que predomina em relação a diversas plataformas que envolvem transações de criptomoedas, várias empresas viram seus lucros explodirem nos últimos anos. Um desses exemplos é o cassino online Stake.com, fundado em 2017, que registrou um faturamento bruto de cerca de US$ 2,6 bilhões em 2022, segundo um levantamento do Financial Times, e cuja meta é alcançar US$ 145 bilhões até 2030, com crescimento anual de 12%.

Sediado na Austrália e registrado no Caribe, o Stake.com conta atualmente com mais de 600 mil usuários e 6 milhões de contas em todo o mundo, muitas do Brasil, onde as regras para atuação de plataformas que operam com criptomoedas avançam no âmbito do Banco Central e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), após o marco regulatório entrar em vigor no país.

Um dos recursos associados ao crescimento do cassino é a aceitação de diversas criptomoedas, entre elas o Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Litecoin (LTC), embora a plataforma também aceite métodos de pagamento tradicionais, como os cartões Visa e Mastercard. No caso do sucesso da aceitação de criptomoedas, o método coincide com a rapidez para saques e depósitos na plataforma, sem a necessidade de longos períodos de processamento e taxas. 

Considerado o cassino cripto mais popular do mundo, o Stake.com responde por aproximadamente 6% de todas as transações mensais de Bitcoin, montante equivalente a mais de 340 milhões de apostas feitas todos os meses. 

A história do Stake.com tem suas raízes construídas há mais de uma década, quando os seus cofundadores se conheceram enquanto jogavam o fantasy game online RuneScape, no caso o bilionário australiano Ed Craven (27) e o estadunidense Bijan Tehrani (28). 

A plataforma, que cresceu quase que de forma despercebida e gerou uma receita bruta que não passou de US$ 105 milhões em 2020, atualmente é o sétimo maior grupo de aposta do mundo em receita.

O crescimento do Stake.com, que conta com uma variedade de jogos além das apostas, aconteceu na esteira da popularização dos jogos de azar online, que encontra um marco importante em 2021 em razão da pandemia de Covid-19, conforme noticiou o Cointelegraph.

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