A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está neste momento nas ruas de Curitiba para cumprir 20 mandados judiciais envolvendo pessoas relacionadas com uma suposta pirâmide financeira, acusada de aplicar golpes que podem ultrapassar mais de R$ 30 milhões.

O nome da suposta pirâmide não foi revelada ainda pelas autoridades e nem como a empresa atuava, tampouco se a companhia operava com investimentos em Bitcoin ou não. Entre os mandados há desde busca e apreensão de bens até prisões temporários. Os polícias estão em endereços relacionados com o suposto grupo criminoso. O caso vem sendo investigado pela Delegacia de Crimes Contra a Economia e Consumidor (Delcon), pelo delegado André Gustavo Feltes.


Foto: Colaboração/PCPR

Segundo informações da Polícia, as ações atingem vários bairros da cidade, como Santa Quitéria, Cidade Industrial de Curitiba, Novo Mundo, Jardim das Américas, Uberaba e Campo Comprido, bem como em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

A empresa supostamente prometia retornos financeiros acima de 30% em cima do capital investido. Dependendo do 'pacote' havia também promessas de rentabilidade de até 50%, como no caso de um cliente, no qual os supostos golpistas chegaram a forjar um contrato de garantia de veículo, avaliado em R$ 67 mil, prometendo a rentabilidade 'irreal'.

Segundo as investigações os autores do suposto golpe não possuíam autorização da Comissão de Valores Mobiliários do Brasil (CVM) para atuar no mercado de capitais e tampouco registro em qualquer órgão regulador para oferecer investimentos.

O Cointelegraph segue acompanhando o caso.