A empresa canadense de mineração de criptomoedas Bitfarms já comprou 1.000 Bitcoins em 2022, fazendo com que suas participações totais no criptoativo sejam superiores a US$ 177 milhões.
Em um anúncio de segunda-feira, a Bitfarms disse que comprou 1.000 Bitcoin (BTC) por US$ 43,2 milhões na primeira semana de janeiro, aproximadamente o mesmo valor que a empresa adicionou ao seu tesouro no terceiro e quarto trimestres de 2021. De acordo com a mineradora, a empresa atualmente detém mais de 4.300 BTC em 10 de janeiro, cerca de US$ 177 milhões a um preço de US$ 41.183.
“Nossa estratégia orientadora da empresa na Bitfarms é acumular o máximo de Bitcoin pelo menor custo e no menor tempo para o benefício de nossos acionistas”, disse o fundador e CEO da Bitfarms, Emiliano Grodzki. “Com a queda no BTC enquanto os preços do hardware de mineração permanecem altos, aproveitamos a oportunidade para transferir dinheiro para o BTC.”
Aumentamos nossas participações em #Bitcoin em 30%
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— Bitfarms (@Bitfarms_io) 10 de janeiro de 2022
Em novembro, a mineradora anunciou sua intenção de construir seu primeiro data center nos Estados Unidos após a compra de um terreno no estado de Washington. O site da empresa afirma que a Bitfarms tem uma capacidade total de mineração de 106 MW no momento da publicação, produzindo 2,2 exahashes por segundo. Segundo a Grodzki, a mineradora pretende elevar esta taxa em mais de 260% até o final do ano para 8 EH/s.
Enquanto muitos na mídia ainda citam o potencial impacto ambiental da mineração de criptomoedas, a Bitfarms afirma que suas instalações no Canadá são alimentadas quase inteiramente por energia hidrelétrica. Atualmente, a empresa possui 10 fazendas de mineração em operação ou em desenvolvimento em países como Estados Unidos, Argentina e Canadá.
De acordo com dados do Cointelegraph Markets Pro, o preço do BTC caiu abaixo de US$ 40.000 na segunda-feira pela primeira vez desde setembro, antes de retornar a mais de US$ 41.000.
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