Globo: operadores de pirâmide de Bitcoin no Brasil são presos sob acusação de assassinato

Seis homens, foram indiciados pelo assassinato do advogado Francisco de Assis Henrique, segundo informações da Rede Globo e do Portal do Bitcoin, divulgadas hoje, 22 de agosto.

De acordo com as publicações, o advogado teria sido morto por conta de uma dívida de R$ 2,5 milhões. No entanto, entre os supostos criminosos estão dois sócios de uma suposta pirâmide financeira baseada em criptomoedas, a Valour Invest. Os sócios da Valour Invest teriam atuado como intermediários no assassinato e também são acusados de serem os mandantes do crime.

"A Polícia Civil encaminhou o inquérito ao Fórum Criminal da Barra Funda (SP) com o pedido de prisão preventiva dos seis suspeitos, que é por tempo indeterminado. O pedido ainda deverá ainda ser analisado pela Justiça após passar pela análise do Ministério Público de São Paulo", diz a publicação

Ainda de acordo com a reportagem, a Valour Invest oferencia rendimentos de 10% e 13% ao mês por meio do tranding de Bitcoins criptomoeda. Um levamento junto a Comissão de Valores Mobiliários do Brasil, CVM, revelou que nem os sócios da empresa, nem tampouco a Valour invest teriam autorização para atuar no mercado.

Como reportou o Cointelegraph, a Polícia Militar (PM) do Estado do Paraná foi até a sede do Grupo Bitcoin Banco cumprir um mandado de busca e apreensão das criptomoedas no dia 20 de agosto.

A apreensão faz parte do processo 0018020-54.2019.8.16.0001 no qual o Poder Judiciário do Paraná, determinou a ação policial.  A sede do Bitcoin Banco fica no Centro de Curitiba. O processo foi aberto por dois clientes do GBB, Jaqueline Bresolin e Michele Borghetti Furlan, que estipularam o valor da causa em R$ 1.445.388,01.