Depois de bloquear carros de luxo, Justiça agora bloqueia imóveis de fundador do Grupo Bitcoin Banco

O fundador do Grupo Bitcoin Banco, Cláudio Oliveira, teve um novo bloqueio judicial decretado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, segundo reportagem publicada em 22 de julho pelo Portal do Bitcoin.

Segundo a reportagem a Justiça ordenou o bloqueio de sete imóveis do fundador do GBB em uma ação que pede um total de R$ 1.939.797,45, referente a cerca de 56 Bitcoin supostamente presos nas plataformas do GBB. A decisão foi em carater de liminar e pode ser revertida.enar esses bens.

"Os imóveis listados no documento são os seguintes: três áreas de terra que somam 128 mil metros quadrados em São José dos Pinhais, no Paraná; uma casa de dois andares num condomínio residencial de uma zona nobre de Curitiba; uma loja no centro comercial de Curitiba; um quinhão terra de 8 hectares, 78 ares e 19 centiares em Goiás; uma casa no valor de R$ 1,9 milhão em Anápolis-GO".

Segundo a reportagem citando a assessoria de imprensa de Cláudio Oliveira, ele irá recorrer da decisão.

Como reportou o Cointelegraph, em 01 de maio a Justiça do Espírtio Santo, bloqueou Porsche,  Maserati, BMW, Mercedes Benz e cerca de 11 caros de luxo que estariam supostamente em nome de Cláudio Oliveira, dono do Grupo BitcoinBanco.

Uma série de ações judiciais foram abertas contra o Grupo Bitcoin Banco, que já tem processos instalados em pelo menos 11 estados, São Paulo, CearáRio Grande do NorteMinas GeraisGoiásSergipeSanta CatarinaMato GrossoRio de JaneiroRio Grande do Sul e Distrito Federal. A grande maioria dos processos tem como causa o atraso que as plataformas do grupo tem apresentado para realizar saques dos usuários.

Em sua defesa a empresa alega que, o problema ocorre por conta de atividades maliciosas que ocorream na plataformas do Grupo e que os responsáveis pela fraude devem ser investigados pela Justiça.