Banco Mundial e FMI podem contribuir com regulamentação do Bitcoin no Brasil

O Banco Mundial, o FMI, o BIS (Banco Central dos Bancos Centrais), além do Banco Central Europeu e da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foram convidados por deputados brasileiros para participar de debates e contribuir para a regulamentação do Bitcoin no Brasil.

As entidades multilaterais poderão participar da próxima reunião da Comissão Especial que avalia o PL 2303/2015, de autoria do deputado federal Aureo Ribeiro (SD-RJ).

Elas foram convidadas pelo Deputado Federal Expedito Netto (PSD-RO) que teve seu pedido de Audiência Pública com as empresas aprovado na última reunião da Comissão Especial.

“A participação dessas instituições é de extrema relevância na medida em que se busca assegurar que o país possa desenvolver novas tecnologias e se posicionar com protagonismo internacional, compatível com a importância geopolítica de nosso país, mas ao mesmo tempo, assegurando que a legislação não fragilize o controle e o combate a atividades ilícitas“, disse o deputado.

Netto foi eleito, no primeiro semestre do ano, pela segunda vez, relator do Projeto de Lei. Na primeira oportunidade, na legislatura passada, o deputado emitiu um relatório pela proibição do Bitcoin no Brasil. Entretanto o relatório não foi aprovado.

Como publicou o Cointelegraph, em meio a propagação de golpes baseado em Bitcoins e criptomoedas, no qual seus operadores aparentemente ficam ilesos e prejudicam milhares de pessoas, o Deputado Expedito Netto (PSD-RO) convidou o Ministério da Defesa, do Gabinete de Segurança Institucional e da Agência Brasileira de Informações para debater o tema no Congresso