Um fundo 100% composto por criptoativos, com aplicação inicial mínima de R$ 1,00 e sem taxas de administração é a mais nova opção de exposição ao mercado cripto disponível para investidores brasileiros. O Warren Cripto chega ao mercado para popularizar esta classe emergente de ativos, favorecendo estratégias de diversificação do portfólio aos investidores.

O fundo da Warren utiliza modelos sistemáticos para fazer a gestão ativa da cesta de criptomoedas que o compõe em busca do melhor balanceamento contra a volatilidade natural do mercado, minimizando os riscos ao investidor.

Eduardo Grübler, gestor de renda variável da Warren, destaca que os investidores brasileiros estão cada vez mais conscientes de que as criptomoedas são uma classe de ativos descorrelacionada do mercado tradicional e, portanto, uma alternativa importante para diversificação de uma carteira de investimento com maior potencial de rentabilidade. Segundo ele, faltava torná-las mais acessível aos investidores, e é a essa necessidade que o Warren Cripto vem atender.

Os dois maiores criptoativos em termos de capitalização do mercado compõem 80%  da cesta de ativos do Warren Cripto, enquanto os 20% restantes são distribuídos entre projetos menores de setores emergentes da indústrica, como DeFi (finanças descentralizadas) e NFT (tokens não fungíveis).

Em reportagem do E-Investidor, Grübler compara o atual momento do mercado critpo com o início do boom da empresas de tecnologia que surgiram a partir do desenvolivmento da internet na virada do século: 

“Nas últimas décadas, vimos um boom de empresas de tecnologia. Não sabíamos o que iria ser desenvolvido e tomar espaço. Atualmente, algumas delas são as maiores companhias do mundo, como Amazon, Apple, Meta (ex-Facebook) e Microsoft. Acredito que o mesmo fenômeno esteja acontecendo com projetos de cripto."

Além dos fundos de investimento baseados em criptomoedas, outras formas de exposição indireta e regulada a esta classe de ativos incluem os ETFs (Fundos de Ínidce negociados em bolsa) e a aquisição de ações de empresas vinculadas ao setor, como por exemplo a exchange Coinbase ou a fabricante de chips Nvidia.

Conforme noticiou o Cointelegraph Brasil recentemente, ETFs de Bitcoin e Ethereum registram alta demais de 103% em 5 meses e são os mais rentáveis até agora em 2021, segundo estudo publicado pela plataforma de investimentos Economatica no final de novembro.

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