Blomberg: a maior imobiliária dos Emirados Árabes Unidos, Emaar, nega relatórios de que aceita criptomoedas

A maior empresa imobiliária de desenvolvimento dos Emirados Árabes Unidos (EAU), Emaar Properties, negou oficialmente relatórios de que permitiu pagamentos cripto por propriedades, informou a Bloomberg em 20 de fevereiro.

Conhecida por desenvolver o edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa - localizado em Dubai -, a empresa disse à Bloomberg que atualmente só aceita moedas fiduciárias, como os Emirados Árabes Unidos (AED) ou os dólares dos Estados Unidos, como pagamento por compras de imóveis. A publicação citou um porta-voz da Emaar Properties como fornecendo a confirmação.

No relatório, a Bloomberg citou o site Micky, focado em criptomoedas da Austrália, como um dos sites que inicialmente relataram que a gigante imobiliária havia começado a aceitar criptomoedas. De acordo com o relatório original de 19 de fevereiro, a Emaar Properties supostamente permitiu que clientes comprassem propriedades com grandes criptomoedas, como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), através de um corretor na Suíça.

Posteriormente, a notícia foi publicada por várias contas relacionadas a imóveis no Twitter, incluindo Premier Estates, dos Emirados Árabes Unidos.

Recentemente, o regulador financeiro do Japão, a Financial Services Agency (FSA), negou relatos de que estava considerando permitir que os fundos negociados em bolsa (ETFs) da Bitcoin operassem no país, após um relatório falso da Bloomberg.

Enquanto isso, a empresa de desenvolvimento imobiliário New World Development anunciou recentemente uma joint venture para lançar uma plataforma blockchain para autorização digital em processos imobiliários. O Banco da China teria se tornado o primeiro banco a se inscrever para usar a plataforma, com o objetivo de reduzir as operações de papelada.