2026 pode marcar a ruptura mais clara até agora com tudo o que os investidores acreditavam entender sobre os ciclos do Bitcoin.
Por mais de uma década, os mercados se apoiaram no modelo de halving de quatro anos para prever topos, quedas e recuperações.
Dentro dessa estrutura, 2025 deveria marcar o topo, com 2026 se configurando como um ano doloroso de queda. No entanto, um número crescente de analistas agora afirma que esse modelo não é mais confiável, e que a próxima fase das criptomoedas pode ser bem diferente.
Em um novo vídeo do Cointelegraph, analisamos novas perspectivas de quatro grandes empresas de criptomoedas: Grayscale, Galaxy Digital, Bitwise e 21Shares, para explorar o que 2026 pode reservar.
Algumas previsões são surpreendentemente positivas. A Grayscale argumenta que o Bitcoin (BTC) pode atingir novas máximas históricas no primeiro semestre de 2026, impulsionado por forças macroeconômicas como o aumento da dívida global, a desvalorização das moedas fiduciárias e a aceleração da adoção institucional por meio de produtos negociados em bolsa. Se isso acontecer, a narrativa clássica do ciclo de quatro anos seria, na prática, invalidada.
Outras projeções pedem cautela. A Galaxy descreve o próximo ano como “caótico demais para prever”, citando amplas faixas de preço nos mercados de opções e incertezas iminentes, como as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos e mudanças na política monetária, embora permaneça otimista no longo prazo.
Além do preço do Bitcoin, os relatórios convergem em várias tendências poderosas que estão moldando o próximo capítulo das criptomoedas: crescimento explosivo das stablecoins, ascensão de mercados de previsão ligados a eventos do mundo real e aumento da demanda por ferramentas de privacidade à medida que as criptomoedas se integram mais profundamente às finanças tradicionais.
Para conferir a análise completa, incluindo dados-chave, previsões empresa por empresa e as narrativas mais prováveis para definir 2026, assista agora ao vídeo completo no canal do Cointelegraph no YouTube. E lembre-se de curtir, se inscrever e participar da conversa nos comentários.

