Ripple expande Universidade da Blockchain com parceiros nos EUA, China e Brasil

O Ripple anunciou seus mais novos parceiros para a University Blockchain Research Initiative (UBRI), uma iniciativa global que agora inclui universidades dos Estados Unidos, China, Singapura e Brasil. A notícia foi divulgada nesta quinta-feira, 7 de fevereiro.

Conforme informado, o Ripple lançou a UBRI em junho de 2018 com o objetido de apoiar pesquisas acadêmicas, desenvolvimento técnico e inovação em blockchain, criptomoedas e pagamentos digitais.

O programa agora conta com onze parceiros no ensino superior, incluindo as universidades Carnegie Mellon, Cornell e Duke nos Estados Unidos, a Universidade Nacional de Singapura, a Universidade de São Paulo (USP), no Brasil, e o Instituto de Pesquisa de Fintechs, na Universidade de Tsinghua, na China.

Em dezembro, o Ripple publicou uma série de subsídios a professores e estudantes para pesquisas nesses áreas e divulgou mais detalhes sobre o progresso contínuo da UBRI, incluindo uma parceria com a Universidade da Califórnia, em Berkeley, que irá sediar uma série de palestras da fintech Spring, na Haas School of Business.

Outro trabalho em Berkeley inclui o desenvolvimento de cursos entre diferentes departamentos da Universidade, além do financiamento de projetos de pesquisa na área e o patrocínio de um hackathon blockchain. 

Os parceiros da UBRI também irão sediar oficinas em Duke e Georgetown sobre blockchain, criptografia, segurança cibernética e regulamentação.

No Brasil, a USP terá financiamento para lançar um programa interdisciplinar de inovação em blockchain para estudantes dos cursos de engenharia, direito, matemática, economia e administração de empresas.

Conforme informado, muitas universidades globais lançaram seus próprios laboratórios internos de blockchain, centros de pesquisa, programas de graduação e certificações - incluindo o MIT, nos EUA, e a Universidade de Copenhagen.

As iniciativas de educação com financiamento corporativo na esfera das criptomoedas incluem o Blockchain Research Center de Stanford, com patrocinadores como a Ethereum Foundation e a Polychain Capital. Outro exemplo é o laboratório conjunto de pesquisa CollinStar, financiado com capital privado, na Universidade Politécnica de Hong Kong e na Universidade Monash, na Austrália.