Banco de Reserva da Índia está Observando bem de Perto as Transações com Criptomoedas

O Banco de Reserva da Índia (RBI na sigla em inglês) está observando bem de perto as transações envolvendo criptomoedas, diz o governador do RBI, Urjit Patel, para o Painel Parlamentar.

O governo indiano tomou várias medidas para evitar a evasão fiscal. O governo desmonetizou notas de alto valor em novembro de 2016, na tentativa de liberar dinheiro negro armazenado sob a forma de dinheiro.

Rachando

Também criticou os paraísos fiscais como as Ilhas Maurício e passou leis rigorosas contra a corrupção e a evasão fiscal. O governo impôs um limite de INR 200.000 (mais ou menos US$ 3.000) para transações em dinheiro.

Dada a crescente popularidade do Bitcoin na Índia, os políticos ficaram preocupados que o Bitcoin poderia ser usado para lavar dinheiro.

"O Bitcoin é negociado como premium nos mercados indianos, principalmente devido às altas demandas e controles de capital que dificultam as compras das casas de câmbio internacionais".

Preocupações

Segundo a Mint, os membros do Comitê Permanente de Finanças mostraram-se preocupados com o aumento do número de transações de criptomoedas e desejavam as opiniões do governador do RBI sobre a legalidade dessas transações.

Os membros também declararam que é difícil estabelecer a fonte de fundos para essas transações, aumentando a possibilidade de lavagem de dinheiro.

O governador do RBI assegurou ao comitê parlamentar que o RBI está atento a tais transações e um comitê interdisciplinar está investigando sua legalidade.

Posição em Bitcoin

O debate sobre a posição jurídica indiana foi iniciado em março de 2017, quando Kirit Somaiya, um deputado levantou questões sobre se Bitcoin era um esquema Ponzi e poderia ser usado para lavar de dinheiro.

Embora o RBI tenha avisado periodicamente os usuários do Bitcoin sobre os riscos envolvidos, evitou comentar explicitamente a legalidade do Bitcoin.

O governo formou um comitê em abril de 2017 para estudar o quadro predominante para as moedas virtuais.


Siga-nos no Facebook