Ouro, BTC ou Maconha? Especialistas debatem estratégias para investimentos 'alternativos'

Especialistas em investimentos debateram nesta semana alternativas para rendimentos "alternativos" a partir de fundos baseados em Bitcoin, Ouro e Maconha. A notícia é desta quarta-feira, 30 de outubro, do Valor Investe.

Segundo a matéria, na Zona do Euro o rendimento médio dos títulos públicos já é negativo, levando investidores e gestores dos tradicionais fundos multimercados a buscarem alternativas.

Gráfico do Valor Investe mostra grande queda de rendimento dos títulos públicos, dando como exemplo Espanha, Irlanda, França e Alemanha. Dos quatro, apenas a Espanha ainda tem títulos de rendimento positivo.

Nos Estados Unidos, por outro lado, os juros ainda garantem o rendimento positivo, mas com taxas praticamente iguais para de cinco a dez anos e de um a três.

Por isso, a matéria diz que no atual ambiente é "melhor garantir uma taxa pelo longo prazo", em busca de garantir um rendimento mínimo.

Então a matéria defende que o argumento mais sólido a favor dos investimentos "alternativos", hoje, é a favor do ouro. A aplicação no metal, hoje com juros negativos, diante dos títulos públicos, é melhor "do que não perder".

Já com relação ao Bitcoin, o argumento a favor é que com a turbulência financeira internacional, "é sempre melhor manter o patrimônio livre de possíveis interferências governamentais".

E finalmente para a maconha, que tem sido legalizada por diversas nações e gerado lucros bilionários, a teoria é que a legalização deve ser ampliadas, e com isso o consumo deve aumentar e o envolvimento de outras empresas no setor, idem.

Segundo a matéria, "as novas alternativas apontam para a diversificação", devendo ser adequadas ao resultado esperado para o investimento. "Se a equação não fechar, descarte", completa o Valor Investe.

Como noticiou o Cointelegraph Brasil, a rede blockchain da Aeternity será usada para rastrear maconha no Uruguai.

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