O preço do Bitcoin no Brasil já está próximo de bater seu maior valor histórico, os R$ 69.000 registrados em dezembro de 2017, quando a criptomoeda chegou a US$ 20.000 no mercado global.

A maior criptomoeda enfrenta a importante resistência de US$ 12.000 nos mercados internacionais, chegando perto de vencer esta zona no último fim-de-semana.

O movimento do mercado de BTC e a desvalorização do real neste ano já empurraram a maior criptomoeda para os R$ 65.000 no sábado, com valorização de mais de 100% nas exchanges brasileiras neste ano.

Somente em julho, a criptomoeda registrou crescimento de 30%, com o novo rali confirmando um novo suporte global em US$ 11.400.

Outras moedas registram recorde

Outras moedas nacionais também têm acompanhado o rali do Bitcoin e flutuação do dólar, que tem se desvalorizado contra ouro, BTC e euro.

Na cotação do BTC contra o peso argentino, por exemplo, o ativo teve valorização de 169%, chegando a incríveis 867.091 ARS no fim de semana, novo maior preço da moeda no país latinoamericano.

A desvalorização do peso argentino nos últimos anos é notável. No auge do preço histórico do Bitcoin, em 2017, a criptomoeda teve máxima de 342.000 ARS no país portenho, quase três vezes menos do que o valor de hoje. 

Como o Cointelegraph já noticiou, os argentinos historicamente buscam o Bitcoin como hedge, ao contrário dos traders brasileiros, que buscam a moeda como investimento.

A lira turca também chegou ao seu preço máximo contra o Bitcoin. Depois de anotar 75.845 TRY em dezembro de 2017, a moeda do país que divide Europa e Ásia hoje é cotada a 87.042 TRY.

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