O Bitcoin (BTC) é menos popular entre as mulheres porque elas estão menos interessadas em investimentos arriscados, de acordo com uma das mais conhecidas defensoras femininas da criptomoeda.
Ryyti: Mulheres são "mais conscientes dos riscos"
Em uma discussão no Twitter em 5 de setembro, a vencedora do Miss Universo Finlândia 2015, Rosa-Maria Ryyti, argumentou que o fator de risco do Bitcoin o tornava mais atraente para os homens.
Ela respondeu a uma pergunta feita por Filb Filb, analista e colaborador do Cointelegraph, que queria saber de seus seguidores por que a comunidade Bitcoin era majoritariamente masculina.
"As mulheres são mais conscientes dos riscos em geral e geralmente optam por uma estratégia de investimento 'lenta e constante'", escreveu Ryyti, acrescentando:
"A atual percepção geral do Bitcoin no mainstream torna ainda menos provável que tanto a mulher quanto o homem médio se envolvam."
A cripto está mudando o equilíbrio de gênero?
Os dados disponíveis atualmente sugerem que cerca de 90% dos usuários de Bitcoin são do sexo masculino. O fenômeno frequentemente provocou debates, com estruturas dedicadas criadas para aumentar o envolvimento das mulheres.
O Cointelegraph informou em junho que 5% dos compromissos do Github envolvendo código de criptomoeda eram de mulheres. Por outro lado, um relatório no mês seguinte sugeria que, de todos os detentores de cripto da Europa, 20% são do sexo feminino.
A própria Ryyti ganhou destaque mais recentemente ao participar do revezamento da transação 'tocha do Bitcoin Lightning' (Lightning Torch Bitcoin) no início deste ano.