Logo após lançar a MaxMilhas, o fundador do famoso site de viagens, Max Oliveira, decidiu investir em uma plataforma que cria tokens NFTs (tokens não-fungíveis) a partir de investimentos em músicos brasileiros.
Dessa forma, a Brodr é capaz de transformar músicos em tokens NFTs que oferecem rentabilidade de acordo com a projeção de crescimento da carreira de músicos que foram ‘tokenizados’ pela plataforma.
Além de Max Oliveira, a Brodr possui o envolvimento de outros nomes de peso como o tecladista da banda Jota Quest, Márcio Buzelin. Além de permitir a negociação de tokens NFTs que representam direitos musicais, a plataforma funciona como um tipo de investimento que pode render lucros de até 17,28% ao ano, ou seja, um rendimento acima do CDI.
Plataforma é financiada por dono da MaxMilhas
Embora não esteja atuando como sócio direto da startup Brodr, Max Oliveira é considerado o investidor-anjo da plataforma que transforma royalties musicais em tokens NFTs.
Além dele e do tecladista da banda Jota Quest, a Brodr contará com nomes como Khalil Sautchuk, Ricardo Capucio e Henrique Mascarenhas, de acordo com a InfoMoney.
Através da plataforma Brodr, músicos podem ser transformados em tokens NFTs no que seria um investimento na carreira do artista. Desse modo, investidores adquirem cotas que representam uma porcentagem a ser paga de acordo com a receita mensal obtida do músico assistido pela Brodr.
Dois músicos foram tokenizados
Conforme mostra o site da Brodr, dois músicos foram tokenizados recentemente pela plataforma que negocia tokens NFTs. Um desses músicos é Guilherme Franco, cuja rentabilidade projetada é de 17,28% ao ano.
No total, mais de 75 músicas foram lançadas pelo artista que conta com uma média de 100 mil execuções por mês no Spotify. Além das músicas já lançadas, os detentores do token NFT que representa o músico Guilherme Franco terão direito aos royalties que forem produzidos pelas 225 próximas músicas que ele lançar no mercado.
Cantor Guilherme Franco foi tokenizado por plataforma NFT (Reprodução/Brodr)
Embora esteja encerrado, o levantamento de investimento na carreira do cantor disponibilizou 4 mil cotas, no valor de R$ 16,96 cada uma.
Outro cantor que foi tokenizado pela Bror é o artista LOthief, que produz músicas eletrônicas. No caso de LOthief, os detentores do token receberão direitos musicais pelo cantor nos próximos dez anos.
Conforme diz a página de apresentação do token NFT, 100% das cotas foram vendidas, no total de R$ 26.400 arrecadados em 3 mil cotas. Disponibilizado desde outubro de 2020, o projeto do músico já rendeu 1,23% por mês, ou seja, uma taxa duas vezes maior que a taxa CDI.
“O direito sob os royalties começou em outubro de 2020 e nos dois primeiros meses pagou R$ 0,11 por ação, uma média de 1,23% ao mês, equivalente a 14,76% ao ano, o que representou 220% do CDI no período.”
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