GMO Internet do Japão tem queda de 45% no lucro com criptomoedas no primeiro trimestre de 2019

A gigante japonesa da internet GMO Internet Group viu seus lucros com criptomoedas caírem no primeiro trimestre de 2019 em meio à fraqueza do mercado, informou o Cointelegraph Japão, citando uma nova declaração de 10 de maio.

A GMO, que em dezembro de 2018 se retirou da produção de mineradores de Bitcoin devido à queda nos preços do Bitcoin (BTC), registraram receita de 12,9 bilhões de ienes (US$ 117,4 milhões) no primeiro trimestre, comparados com 23,3 bilhões (US$ 212,1 milhões) no quarto trimestre de 2018.

O contínuo desempenho abaixo do ideal da mineração de Bitcoin, juntamente com volumes reduzidos para a exchange de criptomoedas da GMO, à medida que os comerciantes suspendiam as compras e as vendas, impulsionando a queda.

A empresa permaneceu comprometida com o espaço de criptomoedas ao longo de suas recentes dificuldades, que aceleraram em novembro do ano passado, depois que o Bitcoin caiu para os mínimos de 18 meses de US$ 3.130.

Em fevereiro, em consonância com várias outras entidades do setor, a GMO anunciou que lançaria uma stablecoin, no seu caso atrelada ao iene.

Como observa o Cointelegraph Japão, os executivos estarão procurando condições no mercado para melhorar, juntamente com a lucratividade das várias ofertas da GMO.

A partir de 1º de abril o Bitcoin teve um renascimento, que continuou neste mês, com a maior criptomoeda passando dos US$ 6.000 pela primeira vez desde sua queda de novembro.

A GMO também notou que os custos de produção reduzidos contribuíram para o lado positivo de seu desempenho no primeiro trimestre.

Nesta semana também houve resultados anuais para a gigante canadense de mineração Hut 8, com executivos otimistas no futuro, apesar dos números revelarem perdas de quase US$ 140 milhões em 2018.