A Interpol está realizando um 'treinamento' para autoridades do Brasil sobre Bitcoin, criptomoedas e criptografia.
Assim, o objetivo da capacitação é abordar temas como função hash, criptografia simétrica e assimétrica, certificados digitais e criptomoedas.
Segundo o Ministério Público Federal, a primeira parte dos webinars (1,2 e 3) visa fornecer conhecimento e compreensão conceitual da criptografia necessária para realizar as tarefas diárias dos funcionários da autoridade de justiça criminal.
Já nos webinar 4 e 5, os participantes terão a oportunidade de discutir com os palestrantes sobre exemplos práticos do cotidiano.
De acordo com a Interpol, os crimes que envolvem computadores têm crescido rapidamente em número e sofisticação, e diante disso, as autoridades de justiça criminal são chamadas a enfrentar um número cada vez maior de desafios a fim de garantir uma investigação eficiente e um julgamento bem-sucedido.
Promovidas pelo projeto da Interpol Global Action on Cybercrime Extended (Glacy+) – iniciativa conjunta da União Europeia e do Conselho da Europa – ,as atividades ocorrem em parceria com a Secretaria de Cooperação Internacional (SCI).
Investigação
Uma mega investigação internacional envolvendo pirâmides financeiras de Bitcoin estaria sendo conduzida no Brasil pela Interpol
Desta forma empresas de criptomoedas que operam no país estão sendo notificadas para prestar esclarecimentos sobre supostos fundos ligados ao investigados.
Assim, segundo documentos obtidos pelo Cointelegraph, diversas pessoas estão sendo investigadas e acusadas de aplicar golpes financeiros na Europa.
No entanto, segundo as investigações, estas pessoas estariam usando empresas de bitcoin e criptomoedas que operam no Brasil para ‘esconder’ os recursos e converter parte das criptomoedas em reais em uma operação de lavagem de dinheiro.
Alguns dos acusados inclusive são brasileiros e estariam ligadas a uma espécie de “rede internacional” de golpes financeiros que envolveria, pelo menos, 6 empresas diferentes atuando na europa
As pessoas investigadas estariam ligadas as empresas Arbstar, Prosperity Clube, Eaglebittrade, Ifreex, ZX Bit, B2C Trading, YouXwallet, FxTrading, Fx2Trading, My Hash, estas 3 últimas comandadas pelo brasileiro Philipe Han.
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